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Dúvidas na escalação

Santos e São Paulo fazem um clássico de desfalques na Vila Belmiro

- Divulgação
Agência Estado
27 mar 2016 às 10:04
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Escalar Santos e São Paulo para o clássico deste domingo, na Vila Belmiro, tornou-se um exercício de adivinhação para os torcedores diante de tantos desfalques. Existem pistas, mas não dá para cravar como Dorival Junior vai montar o time sem os cinco titulares que estão na seleção; também é difícil descobrir como Edgardo Bauza vai se organizar sem Ganso, o astro da temporada, lesionados importantes, como Michel Bastos, e outros também na seleção. O clássico, portanto, será disputado com poucas estrelas.

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O São Paulo tem várias baixas por lesão, como Rogério, Breno, Wesley e Michel Bastos, que chegou a treinar entre os titulares durante a semana, mas sentiu novamente a lesão na coxa direita e ficou fora da lista de relacionados para o clássico neste sábado. Além disso, Mena foi convocado para a seleção chilena e Rodrigo Caio para o time olímpico do Brasil. A principal ausência, no entanto, é Ganso, artilheiro da temporada, que vai cumprir suspensão.


O São Paulo encara um tabu na Vila, já são sete anos sem vitórias. O último triunfo foi em outubro de 2009 pelo Campeonato Brasileiro. De lá para cá, 10 jogos no estádio, com sete vitórias do Santos e três empates.


Nesse cenário, o argentino Jonathan Calleri será um das estrelas solitárias. Herói da vitória contra o Botafogo, ele encerrou um jejum de onze jogos e quer resgatar a boa impressão inicial, quando anotou três gols nos dois primeiros jogos.


A dor de cabeça é maior do lado santista. Ricardo Oliveira, Lucas Lima e agora Gabriel estão na seleção principal; Thiago Maia e Zeca estão no time olímpico. Eles formam a espinha dorsal da equipe. Duas peças já estão confirmadas. Joel será o substituto de Ricardo Oliveira e Alison herdará a vaga de Thiago Maia. Dorival Junior tenta ver o lado bom. "Temos que colocar na cabeça que temos cinco jogadores que estavam fora e terão uma chance. Na verdade, são cinco reforços", disse o técnico.

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Ao contrário das campanhas recentes, quando se destacava pelos ataques infernais, o Santos de 2016 brilha mais na defesa. Já são quatro jogos seguidos sem tomar gols. "Todos se empenhando na marcação. Acho que isso ajuda muito e fortalece um sistema ofensivo", diz o zagueiro Gustavo Henrique.


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