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Aprendendo na prática

Estimule os líderes a tocar projetos e lidar com situações inéditas

Equipe Caput
27 mai 2016 às 17:46
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É muito importante fazer os gestores colocarem a teoria em prática enquanto participam de um Programa de Desenvolvimento de Lideranças. Por isso, vamos dar um exemplo de como a sua empresa pode fazer isso.

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Durante processos de formação, as queixas mais comuns são de que "os treinamentos não estão sendo práticos" ou "não dão resultados". Para que isso não ocorra, a sua empresa precisa estimular os participantes a criarem projetos e desenvolvê-los durante a capacitação.


Tais projetos podem ser trabalhados em cima de problemas ou demandas da própria companhia, como iniciativas de redução de custos ou que aumentem a produtividade de determinado setor, por exemplo. Assim, os participantes terão a oportunidade de colocar a mão na massa e lidar com situações inéditas que realmente testarão a sua competência de liderança.


Mas, como fazer isso? Escolha projetos nos quais os gestores sejam impulsionados a desenvolver novas habilidades, importantes para o próprio desenvolvimento enquanto profissionais de gestão. Pode até mesmo ser uma tarefa relacionada a uma área diferente da que estão acostumados a trabalhar, mas que, de alguma forma, vai acrescentar algo importante na rotina deles.


É claro que a iniciativa não será bem-sucedida se a empresa simplesmente despejá-la em cima do líder e esperar que ele consiga fazer tudo sozinho. É essencial que um facilitador – que pode ser o superior direto do participante – o acompanhe e dê suporte ao trabalho a fim de evitar problemas que geralmente ocorrem quando delegamos alguma atividade importante para quem tem motivação de sobra, mas ainda não está preparado para entregar bons resultados.

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Tudo o que falamos até agora, você deve ter percebido, faz parte do método de aprendizagem 70/20/10. Líderes se desenvolvem usando os 10% daquilo que aprenderam na teoria, os 20% que só se absorve ao trocar experiências com outras pessoas e, principalmente, os 70% que vem da execução do próprio trabalho no dia a dia.


É necessário destacar que esses projetos precisam responder as sete perguntinhas do modelo 5W2H: "o quê?", "por quê?", "quem?", "onde", "como?", "quando?" e "quanto?". Ou seja, os participantes têm que conhecer o objetivo específico a ser alcançado e seu propósito de aprendizagem, criar um plano de ação, receber feedback de um orientador que tenha interesse genuíno pelo seu desenvolvimento, garantir os recursos necessários para que a pessoa faça acontecer e apresentar um deadline (data-limite para execução).


Outra coisa importante: desde o início tem que ficar muito claro, tanto para a empresa como para os líderes treinados, que o trabalho "a mais" não servirá apenas para resolver um problema corporativo. Eles precisam ter a consciência de que não se trata de um encargo adicional à sua rotina, e sim que o projeto em questão os tornará profissionais ainda melhores.


E como saber se as pessoas evoluíram de verdade ao final? Assim que a iniciativa for implantada, você faz um balanço dos resultados do projeto (os objetivos foram atingidos totalmente, parcialmente ou não?) e lista os possíveis gaps que ainda precisam ser trabalhados em novas iniciativas.

Já experimentou usar projetos para desenvolver e testar a evolução dos líderes da sua empresa? Conte-nos a sua experiência!


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