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Ação

Incentive seus gestores a liderar um grupo de voluntários

Equipe Caput
15 jul 2016 às 14:43
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Os gestores que trabalham na sua empresa são líderes ou estão líderes? Já parou para se fazer esta pergunta? Parece algo sem importância, apenas um jogo de palavras, mas existe uma diferença enorme entre uma coisa e outra. Quem está líder só exerce tal função durante o horário de expediente, portanto, considera ter apenas um cargo. Já aqueles que são líderes de verdade não se esquecem do papel de influenciar, conquistar, motivar, ensinar, dar o exemplo para outras pessoas, mesmo quando estão fora do trabalho. Em resumo: "Liderança é ação, não posição", como afirmou o ex-CEO da Westinghouse Broadcasting Corporation, Donald McGannon.

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Leia mais sobre o assunto Liderança no blog da Caput.

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Normalmente, aqueles que consideram ocupar apenas um cargo formal de gestão têm perfil autoritário, reclamam de tudo, não dão muita atenção às pessoas e acham que, mesmo entregando pouco, trabalham além da conta e fazem um grande favor à empresa ao suportar funcionários nada talentosos. É aquele tipo de líder que podemos chamar de "chefe". Se você conseguiu visualizar essas características nos gestores da sua companhia deve estar se perguntando: como mudar tais comportamentos?


Bom, a dica principal é fazer com que os líderes saiam de si mesmos e comecem a olhar para os outros. Uma forma de conseguir esta mudança é incentivá-los a exercer a liderança de um grupo de voluntários. Líderes que estão à frente de associações de classes, igrejas, organizações não-governamentais e outras instituições geralmente conseguem se voltar mais às pessoas, porque sabem que, se não forem bons gestores, serão abandonados por seus liderados.


Num ambiente de voluntariado, é preciso aprender a ser persuasivo e desenvolver inúmeras habilidades de liderança para conseguir fazer com que as pessoas – que não são obrigadas a nada – cumpram o que lhes é solicitado. Portanto, quem está à frente de um trabalho voluntário precisa aprender a inspirar os liderados, caso contrário, eles logo perderão o interesse pela "missão".

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Em atividades de voluntariado as pessoas não aceitam qualquer tipo de líder, muito menos serem maltratadas ou pressionadas. Elas não temem perder o emprego e estão ali por um propósito muito maior do que simplesmente abaixar a cabeça para um gestor mal-educado ou incapaz de se autogerenciar. Por isso, os profissionais que se propõem a liderar grupos de voluntários se veem em um ambiente mais igualitário, em que terão que argumentar eficazmente para convencer e conquistar, se importar e ouvir os pares, servir e dar o exemplo.


Claro que as empresas não podem impor a participação dos seus líderes em trabalhos voluntários. Mas é possível incentivá-los a encarar um desafio como esse ao mostrar o quanto pode ser benéfico para o crescimento pessoal e profissional deles. Exercer a liderança fora do trabalho formal vai fazer com que seus gestores cresçam e amadureçam bastante. Além de se sentirem bem ao doarem o próprio tempo e talento para os outros ou uma causa, podem ter sucesso ao experimentarem maneiras diferentes de liderar. Terão um "laboratório" para colocar em prática ideias que, por diferentes motivos, não conseguem implantar dentro da organização em que atuam.


As pessoas que dedicam tempo para realizar atividades voluntárias geralmente são mais cuidadosas com os outros e aprendem a liderar em qualquer tipo de ambiente. Transformam-se, portanto, em líderes mais maduros, experientes, abertos, e dispostos a aprender sempre.


Dica final


Uma das formas de a sua organização estimular os líderes a serem voluntários é apoiar uma causa ou instituição, e envolvê-los no trabalho.

Que tal desafiá-los já?


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