Pesquisar

Canais

Serviços

iStock
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
Entenda

Drones auxiliam a melhorar a mobilidade urbana em Londrina

Janaína Ávila - Especial para a FOLHA
14 jan 2022 às 07:34
Continua depois da publicidade

Ferramentas tecnológicas estão sendo utilizadas para melhorar a mobilidade urbana, uma tendência que começa a ganhar espaço também em Londrina, com o crescimento do uso de drones para identificar gargalos, estudar melhorias e até antecipar problemas. Esses VANTs (veículos aéreos não tripulados) - na sua terminologia oficial, começaram a ganhar popularidade nos anos 1980 por conta do uso nos meios militares. Hoje, eles aparecem como uma alternativa importante quando o assunto é velocidade no deslocamento, transporte de pequenos objetos e monitoramento de espaços e situações, isso sem falar no uso cada vez mais crescente na segurança pública.

Continua depois da publicidade
PUBLICIDADE


Os drones devem ser os grandes protagonistas do mercado de Mobilidade Aérea Urbana em um futuro não muito distante e enquanto isso não acontece se confirmam como importantes ferramentas para a elaboração de propostas que possam melhorar a maneira como os cidadãos se deslocam nos grandes centros urbanos.

Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade


Robson Naoto Shimizu é diretor de projetos do Ippul (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina) e juntamente com Maikon Henrique Sato dividem a responsabilidade dos voos com drones, utilizados principalmente para módulos de contagem de veículos, para monitoramento de fluxo de passagens  e para a obtenção de ortofotos, uma fotografia aérea produzida em escala e livre de distorções que possibilita realizar medições de distâncias e objetos em suas respectivas posições geográficas, com altíssima resolução. “Com essas fotos, conseguimos ter dimensões de meio-fio, posição de postes, largura das vias e toda a geometria captada em alta definição. Utilizamos isso para estudos da própria geometria, mudança de curvatura e implantação de rotatórias, por exemplo”, explica.


Continue lendo na Folha de Londrina.

Continue lendo