Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Publicidade
Atividades de baixo impacto

Licenciamento ambiental descentralizado agiliza liberações no Paraná e provoca divergências

Francielly Azevedo - Especial para a Folha
10 fev 2023 às 11:39

Compartilhar notícia

Gustavo Carneiro/Grupo Folha
siga o Bonde no Google News!

Criado para agilizar processos, o licenciamento ambiental descentralizado tem provocado divergências entre ambientalistas e órgãos públicos no Paraná. 


A prática permite que Secretarias Municipais do Ambiente tomem decisões que envolvam atividades de baixo impacto ambiental. Sendo assim, alguns processos de concessão de licenças não precisam passar pelo crivo do IAT ( Instituto Água e Terra).

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.


Em Londrina, a autonomia para emissão de licenciamento ambiental para atividades de impacto local ocorre desde 2016. 


No ano passado, o prefeito Marcelo Belinati (PP) recebeu das mãos do governador Ratinho Junior (PSD) o certificado da Sedest (Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo), que renovou a descentralização da gestão ambiental pelo município.


Para Laila Menechino, advogada e ambientalista da ONG MAE (Meio Ambiente Equilibrado), de Londrina, falta uma maior organização dos municípios para conceder as licenças. Com isso, há o temor de que autorizações sejam disponibilizadas sem a devida análise.


"O município precisa estar preparado para fazer o licenciamento ambiental e, infelizmente, o que a gente observa é que muitos municípios ainda não têm a estrutura necessária, os recursos humanos necessários, a experiência", disse em entrevista à FOLHA.


A especialista citou como exemplo as obras de duplicação da PR-445, no trecho de 17 quilômetros localizado entre a saída de Londrina e o distrito de Irerê. Segundo ela, as questões ambientais só foram observadas porque a ONG cobrou uma resposta na Justiça. 


"No Norte do Paraná, a gente tem uma realidade de fragmento florestal. Não temos um grande parque como a Serra do Mar. Então, temos poucos fragmentos que restaram e as áreas de prevenção permanente e os rios servem de corredores ecológicos. Quando temos uma rodovia, que faz a transposição sobre um rio, cruza um córrego ou uma área de vale, isso interfere não só no solo e na água, mas na passagem de animais", explicou.

Cadastre-se em nossa newsletter


Leia a reportagem completa na FOLHA DE LONDRINA:


Imagem
Licenciamento descentralizado agiliza liberações
Procedimento é feito por secretarias de sete municípios e inclui de atividades industriais a hospitalares

Últimas notícias

LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas