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Célula-tronco

Londrinense fez transplante para tratar diabetes

Redação Bonde
14 nov 2007 às 09:17
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O adolescente londrinense Felipe Costa do Carmo, de 15 anos, teve que fazer uso da insulina apenas um mês após descobrir que era portador do diabetes tipo 1, em maio deste ano.

Graças a uma pesquisa que vem sendo desenvolvida no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, sob coordenação do médico Júlio Cesar Voltarelli, Felipe recuperou a qualidade de vida e, ao que tudo indica, afastou o fantasma do uso do medicamento para o resto da vida.

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Ele foi o primeiro paciente do Paraná e o 16º do Brasil a submeter-se ao transplante de célula-tronco para tratamento da doença. A mãe do adolescente, Maristela Costa Bandeira, explica que os melhores resultados da técnica têm sido obtidos nos casos em que o transplante é feito até seis semanas após o diagnóstico da doença.

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No caso de Felipe, o diabetes foi identificado em maio e em junho a família já estava de malas prontas para o interior de São Paulo. ''O médico dele (Otton Luiz Ruffo) mencionou o estudo e nós fomos nos informar. Fizemos o contato através de uns conhecidos que moram em Ribeirão e pela internet.''

Basicamente, o diabetes tipo 1 cria anticorpos que atacam o pâncreas e destroem as células que produzem a insulina no organismo. O tratamento deve começar o mais rápido possível para que estas células não sejam totalmente destruídas.


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