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- Fábio Dias/ PCPR
Aumento de 14%

Londrina é a 2ª cidade com mais mortes em confronto com a PM; Arapongas figura em 5° lugar

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
25 ago 2021 às 17:14
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O número de mortes em confrontos com policiais civis e militares e guardas municipais aumentou 14% no primeiro semestre de 2021 no Paraná. No mesmo período do ano passado, foram 184 mortes em circunstâncias semelhantes contra as 210 registradas no último levantamento.

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As cidades com maior número de mortes são Curitiba, Londrina, Piraquara, Colombo e Arapongas.

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Não houve registro de mortes causadas por policiais civis, enquanto duas foram originadas em confrontos com guardas municipais, ambas em Curitiba – uma em perseguição a um veículo furtado e outra em um assalto a estabelecimento comercial. Já no que diz respeito aos confrontos com policiais militares, houve 208 mortes, o que representou um aumento de 13,66% em relação ao primeiro semestre de 2020, com 25 mortes a mais.


Perfil: Nos confrontos com policiais militares, 104 dos que morreram (50%) eram pardos, 15 (7,2%) negros e 89 (42,8%) brancos. Em relação à faixa etária, 111 mortes (53,36%) em confrontos com PMs eram de pessoas de 18 a 29 anos, e 81 (38,94%) tinham de 30 a 59 anos. Além disso, houve 11 outros (5,29%) na faixa de 13 a 17 anos, duas (0,96%) com 60 anos ou mais e três (1,44%) com idade não registrada.

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O Ministério Público do Paraná, a exemplo dos demais MPs do Brasil, aderiu ao programa nacional "O MP no enfrentamento à morte decorrente de intervenção policial”, instituído pelo Conselho Nacional do Ministério Público, por meio da Comissão do Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança. A iniciativa do CNMP tem como objetivo assegurar a correta apuração das mortes de civis em confrontos com policiais e guardas municipais, garantindo que toda ação do Estado que resulte em morte seja investigada.

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