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Secretário-geral da Cruz Vermelha é baleado no Guarujá

Agência Estado
08 jan 2014 às 21:11

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O turista Fernando Ricardo Garzon, de 64 anos, secretário-geral da Cruz Vermelha em São Paulo, foi baleado nesta terça-feira (7), no Guarujá, na Baixada Santista (SP), por bandidos que o assaltaram quando ele se perdeu, de carro, no bairro Santa Clara. Garzon levou dois tiros - um no abdome e outro no braço esquerdo -, ao parar o automóvel para pedir informações.

A polícia da cidade ainda não tem pistas dos ladrões. Garzon foi encaminhado ao Pronto-Socorro (PS) do Hospital Santo Amaro, onde recebeu o primeiro atendimento. Nesta quarta-feira (8), ele foi transferido para um hospital da capital paulista. Garzon não conhecia bem a cidade e resolveu passear, a pedido da mulher, que o acompanhava.

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O objetivo era chegar até as balsas, quando foi orientado para que seguisse a Avenida Tancredo Neves, onde foi assaltado, momentos depois. De acordo com testemunhas, o local já é bastante conhecido pela falta de policiamento e pela sequência de assaltos, uma média de cinco por dia.


Depois da ocorrência, alguns moradores de Guarujá se pronunciaram nas redes sociais sobre os riscos que os turistas correm em percorrer determinados pontos da cidade, como a própria Avenida Tancredo Neves, que corta os bairros Santa Clara, Cachoeira e Vila da Noite, onde os assaltos são contínuos.

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Não por acaso, a região é conhecida como a "Faixa de Gaza". Por isso, um internauta recomendou que os turistas fiquem atentos para o trecho que começa na rotatória localizada no final da Rodovia Cônego Domênico Rangoni e termina na Avenida Lídio Martins Corrêa.


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