17/05/21
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TV e internet são maiores influências na escolha do nomes dos filhos

A chegada de um bebê implica muitas decisões importantes: parto normal ou cesariana? Em qual maternidade ter a criança? Que tema escolher para o quartinho? O que dar de lembrancinha para as visitas? Usar ou não a chupeta? Entre tantas outras questões...

Mas, uma pesquisa recente realizada pela PetiteBox com 1.300 mulheres em todo o Brasil, revelou que a escolha do nome da criança está entre as decisões mais difíceis de mamães e papais, isso porque para 64,1% das entrevistadas essa opção pode afetar todo o futuro da criança.


Reprodução
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O levantamento apontou que os meios de comunicação têm grande influência sobre o nome das crianças. Personagens de novelas, por exemplo, afetam diretamente essa escolha. Dois dos últimos grandes vilões das telinhas, Félix (de Amor à Vida) e Carminha (de Avenida Brasil), não seriam os nomes dos filhos da maioria das participantes da pesquisa. Questionadas se colocariam os nomes "Félix" ou "Carminha" (com a variante "Carmem") em seus filhos, mesmo gostando dos nomes, 58% das mulheres não optariam por Félix e 64,7% não escolheriam Carminha.

"É interessante observar que as mulheres não optariam pelos nomes 'Félix' ou 'Carminha' mesmo que gostassem desses nomes, ou seja, certamente o viés negativo que as personagens tiveram ao longo das novelas influenciou as respostas das entrevistadas. O percentual de mães que não colocariam o nome 'Carminha' nas filhas é maior do que as que não optariam por Félix. É possível que isso tenha ocorrido pelo fato de o Félix ter se tornado uma pessoa 'boa' durante os capítulos", comenta Felipe Wasserman, CEO da PetiteBox e coordenador do levantamento.

Ainda no mundo dos famosos, a pesquisa apontou que 67,6% desistem do nome preferido por se tratar de um nome de algum artista/celebridade que não tenha uma boa imagem junto ao público. Já para 35,2% das entrevistadas o nome deixa de ser o "plano A" quando um ex-namorado, ex-marido (ou ex-esposa) tem o mesmo nome.

Internet

Além da televisão, outra grande fonte de pesquisa para os nomes dos filhos é a internet, utilizada por 70,7% das respondentes como meio de consulta. Logo depois estão os livros (26%), a consulta a pessoas da família (23,4%), o pedido de ajuda para amigos (16%) e a busca em revistas (12,7%), estas que, no passado, já foram a maior fonte de consulta para essa finalidade.

De onde veio o seu, o meu, o nosso nome? A maioria das respondentes (73,7%) afirmou que nomes "americanizados" (por exemplo, com Y, W, K ou terminados em "son") não são do seu agrado.

Já os nomes compostos são uma boa opção para 35,8% das mulheres. Entre tantas alternativas e para não errar, o melhor caminho adotado por mamães e papais é a pesquisa em diferentes fontes.

Um, dois, três, testando...

"Técnicas" para "testar" o nome também foram identificadas na pesquisa. A grande maioria (69,9%) sempre pesquisa a história do nome. Já metade da base de entrevistadas costuma escrever o nome para ver se ele fica bonito também no papel. E para se precaver, 37,7% das participantes testam variações e abreviações do nome para que no futuro o(a) filho(a) não sofra com um apelido desagradável. Gritar o nome e verificar se ele fica bonito também no diminutivo faz parte das táticas de 20% das entrevistadas.

Deixa que eu escolho, não, eu escolho! Ok, a gente escolhe! Em relação a quem tomou a decisão sobre o nome do(a) filho(a), 77,5% das entrevistas afirmaram que a escolha foi feita em parceria entre a mãe e o pai, em comum acordo. Apenas 14,8% das mulheres decidiram sozinhas o nome e em 3,8% dos casos a escolha foi somente do pai.

"De fato não existe uma ciência exata para a escolha de nomes dos (as) filhos(as), os motivos que fazem as pessoas gostarem ou odiarem o nome são muito diversos e em muitos casos o mesmo motivo pode ter efeitos contrários no processo de escolha. Por isso, é bom pensar bastante antes de tomar a decisão e escolher um nome que você acredita que seu(a) filho(a) vai amar, além de lhe dar orgulho por ter dado esse nome a ele(a)", conclui Felipe Wasserman, CEO da PetiteBox.

A pesquisa

O levantamento foi realizado no primeiro semestre de 2014 com 1.300 mulheres em território nacional, por meio de questionário online.

Perfil das participantes

Mulheres mães, gestantes ou lactantes com idade de 25 a 35 anos (60%); 35 a 45 anos (20%); menos de 25 anos (16%); mais de 45 anos (4%).

Mulheres com renda superior a dois salários mínimos (85%) e mais de dez salários mínimos (15%).

Serviço:
www.petitebox.com.br


Redação Bonde
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