Pesquisar

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Pesquisa

Saiba como os pets ajudam os humanos no combate à solidão

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
16 abr 2020 às 09:17
- Reprodução/Pixabay
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Que os animais de estimação são excelentes companheiros todos já sabem, não é à toa que os cães são conhecidos como "o melhor amigo do homem”. Eles transmitem a sensação de segurança e bem-estar, além de ajudar as pessoas a lidar melhor com o estresse, a ansiedade e a depressão.

Uma pesquisa realizada pela Mars Petcare, maior empresa de alimentos e cuidados para pets do mundo, e o HABRI (Human Animal Bond Research Institute), em 2019, nos Estados Unidos, comprovou como a interação com os pets pode ser benéfica para os seres humanos, principalmente quando é relacionada ao isolamento social, à solidão e suas consequências.

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


Dela participaram tutores e não tutores de pets e os resultados evidenciaram que cerca de 26% dos entrevistados entendem a importância dos animais para a saúde mental.

Leia mais:

Imagem de destaque
Resgate de animais silvestres

IAT devolve à natureza tamanduá-mirim encontrado por moradores no Paraná

Imagem de destaque
Prevenção é a solução

Saiba como agir em casos de envenenamento de cachorros e gatos

Imagem de destaque
Tragédia

Polícia indicia 7 funcionários e Cobasi por morte de animais em lojas inundadas em Porto Alegre

Imagem de destaque

Guia brasileiro conta com 19 novas profissões; ufólogo e condutor de cães estão na lista


Além disso, 80% dos entrevistados que possuem pets confirmaram que eles se sentem menos solitários por terem a presença de seus animais. Um em cada quatro tutores de animais também declarou ter tomado a decisão de ter um pet por reconhecer os benefícios desta relação para a saúde mental.

Publicidade


No Brasil, a realidade não é diferente, principalmente neste momento de isolamento social em que muitas pessoas estão sozinhas em casa, se adaptando com uma nova rotina.


Um exemplo disso é o gerente de marketing Rafael Cruz, morador de São Caetano do Sul (SP) e tutor de duas cadelas sem raça definida, Amora e Cacau. Para ele tem sido uma fase de extrema preocupação, mas a presença das duas em casa faz tudo ficar mais leve.

Publicidade


"Eu considero que nós nos cuidamos. Eu cuido delas com os cuidados básicos necessários e elas cuidam de mim emocionalmente. Acredito que a interação social é um ponto importante para o bem-estar pessoal, mas os momentos de introspecção, de entendimento e aprendizado com tudo o que está acontecendo, também fazem parte. Nestes momentos estar com 'as meninas' é ter companhia para esta evolução individual”, declara ele.


Já Tabata Pinol, jornalista residente em Belo Horizonte (MG), conta que está trabalhando de casa e que se não tivesse o Gregório, um buldogue francês de cinco anos, ela estaria trabalhando das 8h às 22h.

Publicidade


"Com ele, faço pausas ao longo do dia, sento um pouco no sol, vamos até a calçada. Por conta dele me mexo mais e presto mais atenção na minha saúde. Sem ele neste momento eu estaria só trabalhando e ficando mais ansiosa.”


Ela, que é paulista e está sem a família em Minas Gerais, vai completar 40 anos em breve e o Gregório será sua única companhia na comemoração. "É uma data redonda, queria muito estar com minha família, mas agora seremos só eu e meu pet aqui”, conta Tabata.

Publicidade


O ator Matheus de Souza, morador da capital paulista, viu sua rotina mudar completamente de forma rápida e inesperada. Para ele, manter a saúde mental nos últimos dias tem sido tarefa complicada, porém a presença do Tobias, um shih tzu de um ano e sete meses, tem sido essencial.


"Ele é uma figura, sempre apronta alguma arte e me arranca boas gargalhadas, sem falar do amor e carinho que ele sente por mim. É algo surreal a capacidade que esses animais têm de amar. Além de me manter ocupado também com as tarefas relacionadas ao cuidado dele”, explica.

Publicidade


Tutores de gatos também têm sentido o quanto o carinho deles é fundamental nesse momento. Como a estudante Maria Eduarda Mello, de 25 anos, que saiu do Rio de Janeiro (RJ) e hoje mora sozinha em São Paulo (SP). Ela comentava com a namorada que se sentia solitária e foi assim que ganhou a gatinha Marie, que chama de filha. Elas já tinham uma relação próxima e hoje convivendo o dia todo em casa, juntas, ficou ainda mais intensa. "Ela é muito apegada mesmo, me segue pela casa e tenta ficar no meu colo em todas as oportunidades, a gente faz tudo juntas.”


Todos os entrevistados concordaram sobre o quanto a convivência com os pets pode ser favorável, até mesmo no ambiente de trabalho.

Publicidade


No entanto, alguns deles, como a Tabata e o Rafael, comentaram que não gostariam de perder o contato que estão tendo com seus pets agora quando a necessidade de isolamento social terminar. Para eles, a implantação de um sistema mais sólido e acessível de home office ou até mesmo horários mais flexíveis no trabalho podem ser medidas simples para isso. "Será ótimo voltar a conviver com outras pessoas, mas eu e ele sentiremos falta dessa convivência nossa”, diz Tabata.


Informações sobre a pesquisa

A pesquisa, conduzida pela Edelman Intelligence em nome da HABRI e da Mars Petcare, em 2019, foi um questionário on-line de 30 minutos nacionalmente representativo, realizado nos Estados Unidos, para explorar o papel que a interação entre animais de estimação e humanos pode ter no tratamento do isolamento social e da solidão. Foi realizada com 2.036 entrevistados, incluindo 1.469 tutores de pets (72%).


Publicidade

Últimas notícias

Publicidade