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Comida japonesa e dieta: descubra se essa combinação realmente funciona

Redação Bonde
16 ago 2016 às 17:09

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A imigração japonesa no Brasil começou no início do século XX e se deparou com todos os choques culturais possíveis. O arroz, que sempre foi combinado com feijão, era visto pelos japoneses como um dos ingredientes para se fazer doce. O idioma, a rotina e o clima eram novidades. Peixes não eram populares na mesa dos brasileiros nessa época, os quais já eram consumidos habitualmente pelos imigrantes.

Com o passar dos anos, a culinária japonesa caiu nas graças do mundo todo, não sendo diferente no Brasil. A quantidade de restaurantes especializados não para de crescer, e tem até quem se aventure a fazer os pratos típicos em casa.

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Os japoneses tem um dos índices de expectativa de vida mais altos do mundo, onde os homens ultrapassam tranquilamente a faixa dos 80 anos. Esses números se devem, em geral, aos costumes e hábitos orientais, principalmente no que diz respeito à alimentação.


Logo, muita gente passou a se inspirar no cotidiano dessas pessoas para adotar os hábitos saudáveis que são capazes de garantir uma vida longa e de qualidade. Mas será que a comida japonesa é uma aliada para quem quer perder peso?


A culinária japonesa é rica em nutrientes. A presença de arroz, frutos do mar, legumes e peixes - como salmão e atum - faz com que as refeições orientais satisfaçam as necessidades nutricionais do corpo humano.


Os peixes são ricos em ômega-3, uma gordura do bem que protege o sistema cardiovascular. Além de serem excelentes fontes de proteína, a carne do animal traz consigo cálcio, potássio, fósforo e vitaminas do complexo B.


Porém, nada em excesso faz bem. A comida japonesa, apesar de saudável, também aparece em versões fritas que, obviamente, não são recomendadas à quem pretende perder peso.


Mas os exageros - ainda que saudáveis - dos rodízios também não são bem vistos. A nutricionista Amanda Epifânio deixa o seu alerta para quem acredita que quanto mais comida japonesa comer, mais saudável será.


"Quase ninguém é capaz de trocar o ‘coma-o-quanto-quiser’ pelas porções de seis rolinhos, mesmo sabendo que, no rodízio, os sushis são preparados de forma tão mecânica que desapontariam qualquer sushiman que se preze… E quando a refeição termina, você devorou algo perto de 350 gramas de carboidratos, 80 gramas de proteína, 50 gramas de gordura e mais de 2.000 calorias. Um total energético muitas vezes superior à recomendação de um dia inteiro", explica a nutricionista.


Quanto a quantidade ideal desses alimentos que podem ser consumida, a endocrinologista Ellen Simone Paiva ressalta que a moderação é sempre o melhor caminho. "Não existe uma recomendação para o consumo específico de comida japonesa. Costumamos recomendar o consumo de um peixe fonte de ômega-3, pelo menos uma vez por semana. É importante ressaltar que o salmão, apesar de muito saudável, confere elevado valor calórico às dietas", afirma a médica.

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(Com informações do site Alimentação Fora do Lar)


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