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Imóveis abandonados

Londrina: depois de incêndios, população volta a cobrar solução para ‘mocós’

- Micaela Orikasa - Grupo Folha
Micaela Orikasa - Grupo Folha
01 jul 2022 às 09:11
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Em menos de 24 horas, dois incêndios atingiram imóveis abandonados na região central de Londrina, que vêm sendo ocupados por pessoas em situação de rua. Na madrugada de quarta-feira (29), por volta das 5h, o Corpo de Bombeiros combateu as chamas em um imóvel na rua Alagoas. Uma pessoa ficou gravemente ferida e o fogo consumiu praticamente toda a estrutura.  


Poucas horas depois, outro incêndio foi combatido em uma casa abandonada na avenida Rio de Janeiro, quase esquina com a rua Espírito Santo. Todo o telhado foi destruído. Em ambos endereços, moradores e comerciantes vizinhos relatam que os locais funcionam há muito tempo como "mocós’" termo popular dado a espaços de ocupação irregular e que geralmente são usados como abrigos pelos moradores de rua.   

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“Tem uns quatro anos que esse lugar está abandonado, com mato alto, muita sujeira e um entra e sai de pessoas. À noite não dá para passar na frente, por insegurança, pois a gente nunca sabe quem está por ali. Achar uma solução imediata é difícil, mas se o terreno fosse limpo e cercado acho que amenizaria um pouco essa situação”, comenta Célia Santana, vizinha do imóvel na avenida Rio de Janeiro, que antigamente abrigava uma sapataria e um pet shop.  


Nos fundos do terreno, há uma edícula que pegou fogo ontem à tarde. “Foi muita fumaça. Os bombeiros chegaram rápido, mas poderia ser pior. Vimos a reportagem sobre o outro incêndio, na rua Alagoas e logo começou aqui”, conta Thais Alcântara Santana, que mora em um edifício ao lado e procurou a reportagem para denunciar a situação.   


Ela conta que já entrou em contato por diversas vezes com a Prefeitura e demais órgãos públicos de segurança, mas que nada vem sendo feito. “Pela lei, uma propriedade não pode ficar neste estado. Acredito que a prefeitura tinha que limpar o terreno, lacrar e multar o proprietário”, diz.  


Saiba mais na Folha de Londrina.

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