Os agentes da Polícia Federal do Rio Grande do Sul poderão abandonar o trabalho, deixando de respeitar a manutenção no serviço de 30% do efetivo como manda a lei. A decisão de fazer greve total, aprovada por unanimidade durante assembléia em Porto Alegre, só depende da adesão dos demais estados.
O presidente do sindicato da categoria no estado, Marcos Vinício de Souza Winck, explicou que a Federação Nacional dos Políciais Federais (FENAPEF) deu liberdade para que o comando de greve de cada estado decida o melhor momento para fazer o "abandono".
No Rio Grande do Sul, a greve atinge 100% dos agentes, escrivães e papiloscopistas. Além dos prejuízos normais com os 56 dias de paralisação, em decorrência das operações padrão ou legal, se houver radicalização os policiais federais poderão abandonar a emissão de passaportes, vistorias do serviço de migração nos postos de fronteira, portos marítimos e aeroportos além da segurança nas delegacias de investigações.
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Em Porto Alegre, das 60 pessoas que procuram diariamente o serviço de emissão de passaporte, apenas 20 conseguem o documento. As prioridades são : motivo de doença e viagem de trabalho. Antes da greve era expedida uma média de 125 passaportes por dia.
Informações da ABr