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- Divulgação/Bettanin
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Pesquisa aponta

Pia da cozinha tem 100 mil vezes mais micro-organismos que a do banheiro

Redação Bonde
27 mai 2016 às 11:40
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A pia da cozinha é um dos principais focos de contaminação da casa, pelo potencial que o local possui de proliferar germes e bactérias. Muitas vezes a família inteira se vê sofrendo com diarreias e vômitos, acreditando ter pego uma intoxicação na rua, quando o problema estava dentro de casa.

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Segundo um estudo feito pela Fundação de Pesquisa para Saúde e Segurança Social (FESS), em parceria com a Universidade de Barcelona, a cozinha é um dos lugares mais contaminados dentro da casa. A pesquisa aponta que a pia da cozinha possui 100 mil vezes mais germes do que no banheiro e que eles se concentram principalmente nas esponjas e nos panos. "Isso acontece, pois são utensílios que estão em contato com a água o tempo todo, e os locais com umidade são os preferidos das bactérias", explica o biomédico e microbiologista Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria.


Ele comenta também que a umidade é só um dos fatores que estimula a proliferação de germes e bactérias, sendo que os resíduos dos alimentos é que "alimentam" esta proliferação. Louças mal lavadas, tábuas e colheres de madeira, cantos de pia são exemplos clássicos de locais que acumulam restos de alimentos e geram uma contaminação cruzada. E a esponja da pia é o utensílio que mais causa este tipo de contaminação. "A pessoa lava a tábua de madeira contaminada com a mesma esponja que lava seus pratos e copos, por exemplo, espalhando bactéria por toda a louça. Esse tipo de contaminação pode causar diarreia e febre", afirma o biomédico.


Indústria está atenta ao problema


A indústria brasileira está atenta ao problema e começa a lançar no mercado soluções para ajudar as pessoas a manterem suas casas mais saudáveis. A gaúcha Bettanin, por exemplo, lançou recentemente a NovaEsfreBom Multiuso. O produto é o único do mercado com íons de prata em sua composição, tecnologia que garante a eliminação de 99,9% das bactérias presentes na própria esponja e que evita também a proliferação. "Essa fórmula faz com que as bactérias não permaneçam nas esponjas, evitando assim qualquer tipo de contaminação cruzada", explica o Dr. Bactéria.

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Além disso, a tecnologia garante praticidade ao consumidor, pois dispensa a necessidade de esterilização das esponjas, sendo que a recomendação para esponjas comuns é que sejam deixadas de molho em água sanitária ou fervidas após cada utilização.


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