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Brincando em casa

Dicas para aproveitar o Dia das Crianças longe dos eletrônicos

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
06 out 2021 às 14:22
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Se você é pai ou mãe, certamente já parou para pensar em como poderia diminuir a exposição virtual dos pequenos. Isso não é exatamente uma tarefa simples, mas os retornos são compensatórios e o Método Supera – Ginástica para o cérebro preparou um guia para você transformar o Dia das Crianças na sua casa, confira:

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Invista tempo no lúdico

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Uma maneira eficaz de promover a saúde cognitiva é investir em atividades lúdicas e o sucesso dessa empreitada está ligado a uma capacidade intrínseca do infantil, o brincar. A criança por si só é capaz de criar com muito pouco. Quantas vezes assistimos crianças se divertirem com as embalagens e ignorarem os presentes? Isso já é um traço muito forte de imaginação.


“O brincar costuma ser definido como uma atividade da imaginação, individual ou em grupo, que promove a descoberta e o aprendizado, ou como atividade social que desenvolve o socioemocional. Essencial na infância, esse gesto nos permite conhecer a nós mesmos e nos relacionar com o mundo, nos colocando no lugar do outro, praticando a empatia e o aprendizado”, detalhou Cláudia de Paula Oliveira, coordenadora pedagógica de roteiros do Método Supera - Ginástica para o cérebro.

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Alegria: um combustível emocional


Uma pesquisa científica recente com mamíferos constatou que brincar é um impulso humano primário e fonte de alegria para o cérebro, emoção provocada pela liberação de uma substância neuroquímica que modula a expressão genética crucial ao desenvolvimento do cérebro social da criança.


“Na criança pequena, essa substância neuroquímica aparece em regiões subcorticais inferiores que mais tarde, segundo Jaak Panksepp e colegas, autores de uma pesquisa sobre o assunto, contribuem para o crescimento e desenvolvimento de funções cerebrais superiores associadas ao córtex frontal. Brincar, portanto, não é importante apenas para o desenvolvimento psicológico, mas também fisiológico da maturidade social e emocional na idade adulta”, Livia Ciacci, Neurocientista do Método Supera – Ginástica para o cérebro


Imagine mais imaginação!


As crianças aprendem muito por meio da imaginação. Quando brincam que são heróis, heroínas, vilões ou quando reproduzem papéis da vida real (como pai, mãe, médico, professor, entre outros), estão aprendendo sobre formas de ser e de agir e formas de como relacionarem com os outros.


Ao criarem contextos para essas brincadeiras a partir das experiências que vivem, como um passeio ou a visita ao trabalho de um familiar, também compreendem melhor o funcionamento dessas e de tantas outras situações sociais.


“É importante compreender que todos somos ilimitados de capacidade criativa e a imaginação fértil é a fonte de todo pensamento criativo – é maior do que o do próprio conhecimento e é um dos principais motivos pelos quais a maioria das pessoas não obtém o sucesso desejado no que se propõe a fazer, simplesmente porque não aprenderam a usar a imaginação”, Cláudia de Paula Oliveira, coordenadora pedagógica de roteiros do Método Supera Ginástica para o cérebro.


Como estimular a imaginação dentro de casa?


A imaginação é o início de uma grande revolução para as crianças que as leva a serem adultos capazes de resolver problemas e criar soluções e coisas novas. Confira algumas dicas para estimular a criação e o pensamento desde os primeiros anos de vida:


1. Estimule a criança a ser protagonista ou mesmo atuar em diferentes papéis ou personagens;


2. Crie momentos de contação de histórias que favoreçam a ampliação de ideias e estilando o imaginário infantil;


3. Organize momentos em que a criança tenha oportunidade de criar, explorar, verbalizar, imaginar, trocar ideias sobre o que pode ser reinventado. “A criança pode até ter uma rotina lúdica no ambiente escolar, mas esse tipo de atividade com os pais também reforça a confiança na relação paternal”, reforçou a coordenadora pedagógica.


4. Utilize materiais diversos: caixas de papelão, almofadas, massinha, materiais reutilizáveis e tudo que que possa ser transformado, com ajuda do adulto, mas feito pela criança;


5. Estabeleça combinados para que, após a brincadeira, tudo volte ao lugar. Evite que os momentos de lazer fiquem limitados a televisão, ao tablet, celular entre outros eletrônicos.

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