O Brasil perdeu os três recursos apresentados nesta quinta-feira (8) contra o resultado da prova dos 5.000 metros rasos classe T11 na Paralimpíada do Rio de Janeiro, na qual o brasileiro Odair Santos terminou em segundo lugar.
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) havia questionado o resultado da prova com a arbitragem da competição, alegando que a venda usada nos olhos pelo queniano Samuel Kimani, que ficou em primeiro lugar, estaria mal posicionada, o que poderia dar uma vantagem ao atleta.
Nessa prova, todos os atletas devem estar vendados, para permitir condições de igualdade entre eles, já que algum competidor pode ter melhores condições do que outros.
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Outro questionamento apresentado pelo CPB foi em relação a não realização da troca do guia que auxiliou Kimani na prova.
Ele tinha previsto que haveria uma troca de guia durante a disputa. O comitê disse também que o atleta chegou atrasado para a prova e, mesmo assim, competiu normalmente.
Odair Santos conquistou a primeira medalha brasileira nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, com o tempo de 15min17seg55. O bronze ficou com o também queniano Wilson Bii, que fechou a prova com o tempo de 15min22seg96.