Pesquisar

Canais

Serviços

- Pixabay
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
Fique atento!

Crianças que beijam cachorros ou gatos podem desenvolver alergias

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
25 set 2021 às 10:00
Continua depois da publicidade

Seu filho gosta de abraçar e beijar o animal de estimação da casa? Então muito cuidado com estes gestos de carinho. Cães, gatos e animais no geral podem transmitir bactérias e parasitas que causam doenças graves em humanos. E o inverso também acontece, ou seja, as crianças podem contaminar os bichinhos com doenças difíceis de curar.

Continua depois da publicidade
PUBLICIDADE


Uma das doenças mais comuns transmitidas para as crianças é a Giárdia, um protozoário que se aloja no intestino dos humanos e pode causar cólicas abdominais, gases, eructação, diarreia, enjoo e muito cansaço. As alergias também são comuns em crianças que convivem com bichos de estimação.

Continua depois da publicidade


“Na pediatria, alguns estudos sugerem que o contato com os bichinhos pode desenvolver positivamente a imunidade e prevenir alergias. Apesar disso, se os animais dormem na cama da criança, por exemplo,  esse hábito pode acarretar piora de quadros como rinites, bronquites e também influenciar na qualidade do sono", explica a pediatra Priscila Bacila de Amorim, do Plunes Centro Médico, de Curitiba (PR).


Para manter o convívio harmonioso com os pets, mantendo os carinhos, é preciso que os responsáveis mantenham a vacinação dos bichos em dia, assim como a higiene bucal. “Os carinhos são positivos, é comprovado que o convívio com animais torna as crianças mais afetuosas, sociáveis, ajuda a desenvolver a empatia”, conta a especialista.

Continua depois da publicidade


A consulta semestral ao veterinário, a higiene adequada dos animais e dos locais onde eles vivem são fundamentais para que as doenças não se desenvolvam. “Esses cuidados precisam ser tomados e assim os responsáveis podem decidir com tranquilidade o que se encaixa melhor na rotina e nos hábitos da família”, finaliza a pediatra. 

Continue lendo