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Resgate de animais silvestres

IAT devolve à natureza tamanduá-mirim encontrado por moradores no Paraná

Reportagem Local - Folha de Londrina
20 jun 2024 às 17:08
- IAT-UNIÃO DA VITÓRIA/AEN
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Técnicos do núcleo regional do IAT (Instituto Água e Terra) em União da Vitória (Sul) devolveram à natureza na quarta-feira (19) um tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla). O animal, uma fêmea, foi encontrado por um morador de General Carneiro, também na região Sul, em uma das áreas da empresa em que trabalha.


Após ser acionado, o órgão ambiental encaminhou o tamanduá para avaliação clínica por uma médica veterinária, que atestou as boas condições de saúde do animal. Com a validação técnica, ele foi solto em um local de mata fechada.

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Também chamado de tamanduá-de-colete devido à coloração amarela e pelos pretos que formam um desenho semelhante a um colete, o tamanduá-mirim é um animal característico do Noroeste paranaense. Se alimenta, principalmente, de formigas e cupins e mede entre 93 cm a 1,5 m de comprimento com a cauda.

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Em Wenceslau Braz

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O resgate e atendimento a animais silvestres por parte do IAT é bastante comum. Na semana passada, um tamanduá-bandeira retornou ao habitat após se recuperar de diversos ferimentos por meio do suporte do CAFS (Centro de Apoio à Fauna Silvestre) que funciona na clínica veterinária do Centro Universitário Filadélfia (Unifil), em Londrina, um dos espaços conveniados ao Instituto. O animal foi encontrado ferido no final de maio em um lote urbano de Wenceslau Braz (Norte Pioneiro).


Quatro CAFS

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São quatro CAFS atualmente em funcionamento no Estado. Além de Londrina, há pontos de atendimento na Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná), de Guarapuava; Centro Universitário de Cascavel (Univel) e Unicesumar, de Maringá. O IAT também assinou recentemente um termo de cooperação para a criação de um novo CAFS no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu.


Como ajudar

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Ao avistar animais machucados ou vítimas de maus-tratos, tráfico ilegal ou cativeiro irregular, o cidadão deve entrar em contato com a Ouvidoria do Instituto Água e Terra ou da Polícia Militar do Paraná.


Se preferir, a pessoa pode ligar para o Disque Denúncia 181 e informar de forma objetiva e precisa a localização e o que aconteceu com o animal. Quanto mais detalhes sobre a ocorrência, melhor será a apuração dos fatos e mais rapidamente as equipes conseguem fazer o atendimento.


(Com informações da Agência Estadual de Notícias)


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