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Lucio Flávio
Lucio Flávio
27/01/2020 - 15:19
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O Londrina pode ser o seu grande inimigo e tornar o difícil ano de 2020 ainda mais complicado. Em uma temporada de pouco recursos, de uma ausência de série B e de fim de contrato com a gestora, o clube parece remar para lados opostos.

Enquanto a nova diretoria executiva abriu as portas para o parceiro e se dispôs, inclusive financeiramente, a ajudar na manutenção da equipe, a gestora parece que insiste com a queda de braço com a cidade e com o torcedor.



Ao mesmo tempo que o clube "comprou" a administração das partidas, com o claro objetivo de auxiliar o parceiro - pagou R$ 120 mil por seis jogos - e busca uma reaproximação com a torcida e a cidade, a empresa que administra o futebol alviceleste continua com as mesmas atitudes arrogantes dos últimos dez anos, que só distanciam ainda mais o time da sua gente.

Se engana quem acha que proibir coletivas, dar privilégios para alguns ou promover entrevistas apenas com veículos "amigos" e que só falam bem, vai atingir a classe jornalística ou os meios de comunicação. Muito pelo contrário, a vida nestes veículos segue com ou sem entrevista.



O maior afetado é o torcedor alviceleste, que é a maior razão da existência deste clube de quase 64 anos, mas que não é tratado desta forma e nem como deveria. Não acredite que seja uma mera coincidência a queda significativa e permanente do número de torcedores no estádio do Café, ano após ano.

Trazer o torcedor de volta para o clube não será uma missão fácil e nem rápida, até porque foi construído um muro divisor nos últimos dez anos. A parceria chegará ao fim, seja daqui a três meses ou um pouco mais, mas a verdade é que ela terminará, pois não há clima, de nenhum dos lados, para ela continuar. E a partir daí, o LEC terá que começar a difícil tarefa de derrubar este muro.
COMENTÁRIOS
Marco
Londrina tem corinthianos, palmeirenses, são-paulinos e flamenguistas... Torcedor do LEC não passam de 2 mil pessoas, e olha lá... O resto é simpatizante, que só vai no estádio ver o LEC em caso de jogar uma final...Se chegasse a Série A, teria alguns jogos com 30 mil ou mais pessoas no Café, quando jogasse contra os grandes de SP e o Flamengo. Na série C, o correto é jogar no VGD...
(3) (2) - 28/01/20 11:25:54
Ludinei Picelli
Concordo que o poder aquisitivo do londrinense da base da pirâmide não seja dos melhores. Mas não concordo que isso o impeça de pagar R$ 10 pelo ingresso para ver o seu "time do coração". O Tubarão não tem tantos apaixonados como se propala. Aqui tem muito telespectadores, de preferência através do "gato NET", que é de graça. Os verdadeiros e fiéis torcedores são esses 1.500 a 1.800 que independentemente das adversidades comparecem ao estádio. Tem muita gente que gasta R$.100 em cerveja nos arredores do estádio, mas acha caro pagar os R$. 10 do ingresso. A classe média prefere a arquibancada do sofá a ir ao Café. A gestora foi muito bem até ao oitavo ano do seu contrato. No nono ano, demonstrando a preocupação de garantir um lucro mais substancioso para justificar o empreendimento, exagerou na economia e enfraqueceu o time. Deu no que deu. Agora é juntar os cacos e apoiar o presidente Felipe Prochet na árdua tarefa de disputar a Série C sem dinheiro, sem CT e com jogadores sem muita experiência, de baixo custo e de qualidade técnica ainda por desabrochar. O Londrina E.C. tem tradição no cenário futebolístico nacional, já passou por fases piores do que a atual e isso é um consolo que nem tudo está perdido. Bola prá frente Tubarão !!!
(4) - 28/01/20 10:37:11
rogerio mussi
mêses atrás estava o Londrina prestes a subir para a divisão principal do campeonato brasileiro, agora está prestes a ser extinguido. Malucelli fez de tudo para o time ser respeitado no cenário futebolístico e para isso contava com o apoio da torcida londrinense.São pouquissimos os torcedores que acompanham o time o que não significa que a maioria não gosta de futebol.Fica a indagação:o poder aquisitivo do torcedor não lhe permite acompanhar o time. Maioria ganha muito pouco ou está desempregada.Londrina é uma cidade sem industrias, não gera empregos, está falida, pouco arrecada para alavancar o progresso e a consequencia é constante queda no ranking para outras cidades em matéria de desenvolvimento em todos os setores.Pobre torcida que ama o time porem não tem como ajudá-lo.Malucelli pensava que a cidade e região fossem abraçar o time, engano, não por não amá-lo e sim por falta de condições financeiras de uma torcida sofrida mas apaixonante. A tendência é o time se extinguir.
(4) (6) - 28/01/20 07:59:18
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Lucio Flávio
 
Formado em Comunicação Social/Jornalismo. Repórter da Rádio Paiquerê AM desde 1997 e da Folha de Londrina desde 2012. Participa de coberturas esportivas nacionais e internacionais



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