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Joga bonito: a era inesquecível do futebol brasileiro

CV Bonde
30 jan 2024 às 15:10

O futebol brasileiro sempre foi motivo de orgulho. Existe uma era, porém, que foi inesquecível no Brasil e no mundo: a seleção do “joga bonito”. Formada por grandes craques, ela chegou ao seu auge na Copa do Mundo de 2006.


Porém, essa seleção decepcionou em busca do hexa e desde então sofremos bastante. Vamos relembrar um pouco mais desse período agora. Você pode acompanhar a seleção trilhar novamente o caminho do hexa e dar palpites fazendo apostas e se divertindo. Como muitas casas oferecem bônus e vantagens, clique para acessar o site da Trivela e descobrir seu código promocional.

A era do futebol “joga bonito” brasileiro

Há quase duas décadas, nosso futebol estava no seu auge ao nível mundial e a nossa seleção era conhecida como “joga bonito”.


Vínhamos de três finais de mundiais, com dois títulos (1994 e 2002), e a seleção estava “madura” para a conquista do hexacampeonato na Alemanha.


Nessa época, tínhamos jogadores que já haviam conquistado o Mundial em 2002 e chegavam para a sua última copa, como Cafu e Roberto Carlos.


Além disso, a seleção brasileira contava com nomes que se destacaram mais ainda desde o pentacampeonato, como Kaká, Robinho, Ronaldinho Gaúcho e Adriano.


Ao longo do ciclo da Copa do Mundo de 2006, nós ganhamos tudo o que podíamos: Copa América, Copa das Confederações, fomos primeiro lugar nas eliminatórias da América do Sul e demos show nos jogos.


Era a época do saudoso “Quadrado Mágico”, tido pelos especialistas como o ingrediente extra que a Seleção Brasileira precisava para vencer mais um Mundial.

Ronaldinho Gaúcho em seu auge

A maior estrela do futebol “joga bonito” daquela era da seleção brasileira foi, sem dúvida, Ronaldinho Gaúcho.


Ele não ficou conhecido como “Bruxo” à toa e naquele mundial de 2006 era o atual Melhor Jogador do Mundo pela FIFA (havia vencido em 2004 e 2005).


Dinho estava jogando muito bola no Barcelona, sendo aplaudido pelos torcedores rivais do Real em pleno Santiago Bernabéu e foi importante na conquista do título da Champions.


Por ser um dos maiores astros do mundo da bola naquele período, talvez esse seja um dos motivos pelos quais muitos colocam Ronaldinho como o maior fracasso daquela seleção.


O grande nome do futebol brasileiro parecia fora de foco ao longo da Copa e o seu talento não esteve sintonia com o restante do time.

O fim do futebol joga bonito: Restam as lembranças

A eliminação precoce para a França nas oitavas de final da Copa de 2006 foi um marco para o futebol “joga bonito” do Brasil.


Após a competição e nos próximos anos, várias das estrelas que brilharam naquela era de ouro foram se apagando, como os Ronaldos, Adriano e Robinho.


Não há dúvidas de que o último “vislumbre” desse período inesquecível do nosso futebol foi justamente a temporada seguinte de Kaká.


Ainda liderando o Milan e em plena forma física, o meia foi fundamental para o título da Champions dos italianos.


Por conta das suas grandes atuações ao longo de toda a temporada, ele foi agraciado com o título de Melhor do Mundo da Fifa em 2007.


Essa foi também a última conquista de um brasileiro a esse nível, o que demonstra como nosso futebol decaiu nos últimos 17 anos.


Das 5 copas que disputamos até aqui desde o pentacampeonato, apenas naquela que jogamos em casa foi a que conseguimos passar das oitavas de final. Mas ninguém quer lembrar desse episódio.

A Copa do Mundo de 2026: Novo “joga bonito”?

Pensando na próxima Copa de 2026, os brasileiros começam a ficar ansiosos para saber se chegaremos lá lutando pelo título.


A verdade é que talentos não faltam: Vinicius Jr, Rodrygo, Endrick, Estevão, John Kennedy, Alexsander, Andrey Santos, entre outros, estão começando a se destacar a nível nacional e mundialmente.


Será que nos próximos anos nós veremos uma nova era do futebol brasileiro “joga bonito” desfilando pelos gramados do mundo?

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