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Começa neste domingo a Copa da Alemanha

04 set 2003 às 15:55

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Olá, amigos do esporte! Quando aqueles 11 atletas entram em campo vestindo a camisa amarela (às vezes azul), é impossível ficar indiferente, a não ser que não se goste de futebol, o que não é o nosso caso, não é mesmo? Mas o fato é que neste 7 de setembro, a seleção de Parreira entra em campo em Barranquila, Colômbia, para disputar a primeira partida das Eliminatórias da Copa do Mundo. Nós, pentacampeões, não somos mais premiados com a classificação direta. Agora temos que passar por esta que tem sido uma verdadeira tortura, a fase eliminatória. Na anterior, foram seis derrotas. Classificamo-nos por um triz e fomos penta. As Eliminatórias foram mais sofridas que a própria Copa.

Parreira
Domingo, quando os nosso atletas pisarem o gramado, estará começando uma nova ''Era Parreira''. Ela substituiu a ''Família Scolari'' e ainda não tem uma cara definida. O técnico que já conquistou uma Copa do Mundo, nos EUA, em 1994, é um conservador. Gosta de jogar com um sistema definido, sem surpresas, no caso, o 4-4-2. A primeira decisão que terá que tomar, é quem substituirá Ronaldinho Gaúcho. Todos dizem que será Alex, mas os treinamentos acontecem hoje e amanhã e só então será tomada a decisão publicamente.

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Outras dúvidas existem.
Será que Rivaldo retoma a posição de titular, mesmo estando na reserva de Kaká no Milan? Será que Renato ganha a posição que era do Kléberson e joga ao lado de Gilberto Slva ou Parreira dará preferência à dupla Gilberto Silva e Emerson? Entre Diego e Zé Roberto, um destro e outro canhoto, quem terá a preferência? E a zaga, vai ser a mesma na próxima convocação? Como disse no início, ainda teremos muito o que sofrer (ou sorrir).


Tcheco
Ele surgiu calmo, na sombra de Lúcio Flávio, que seria então a grande contratação do Coritiba. Aos poucos foi tomando conta não só da posição, como do meio-de-campo e, por fim, de todo o time. Tcheco era o segundo técnico da equipe, um líder natural dentro e fora de campo. Defendia e atacava com a mesma eficiência. Era organizador e aglutinador. Saindo ele, dificilmente se encontrará outro igual. A saída terá o mesmo peso que, para o Atlético, teve a saída de Kléberson, um jogador que, mesmo jogando mal nos últimos tempos, até agora não teve substituto à altura.

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Bomba
Nos próximos dias, deve surgir uma verdadeira bomba no meio futebolístico brasileiro. Deverá ser revelado o conteúdo dos acordos que sindicatos de jogadores faziam com federações e clubes para rebaixarem o que os atletas tinham direito por lei de receber como ''direito de arena''. Alguém ganhou dinheiro e não foram os jogadores. Estes tinham direito a receber 20% e só eram repassados 5%. O Ministério Público já está atento e a briga promete ser boa. Agora, mesmo que atrasados, os jogadores estão acordando para estes sindicatos de fachada. Tomara que se organizem, finalmente.


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