05/12/20
PUBLIEDITORIAL

Colégio Maxi: um passo à frente em plataformas de ensino e ambientes virtuais

Com ampla cultura digital, escola revela versatilidade, assessorando os educadores e disponibilizando aos alunos o que há de mais eficaz e moderno

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Desde a fundação, o Colégio Maxi tem como prioridade oferecer uma educação de vanguarda, antecipar tendências e investir fortemente em tecnologias voltadas à educação. A adoção do Google For Education, em julho de 2016, e a criação das Salas Google, com os alunos utilizando chromebooks, óculos de realidade virtual, realidade aumentada e diversas ferramentas de interação, são exemplos de uma escola que estava um passo à frente no ensino remoto.


Com o distanciamento social e necessidade das aulas remotas, a escola reuniu todas as ferramentas e competências para disponibilizar com excelência, em um curto espaço de tempo, os conteúdos disciplinares da Educação Infantil ao Pré-Vestibular.

O setor de Tecnologia na educação, sob a coordenação de Janaína Fenato, fortemente implantado no Colégio há anos, foi a base que a escola precisava para o ingresso imediato no ensino remoto, atendendo tanto a comunidade interna quanto outras escolas associadas: "O Colégio Maxi apresentou conhecimentos e experiências tecnológicas, notoriamente maiores que a nossa, e compartilhou conosco tudo o que foi possível, favorecendo uma caminhada mais leve ao novo desafio do on-line. Começamos do zero, pois não tínhamos cultura digital na escola”, revela Neila Maria Fernandes, diretora geral do Centro Educacional Pingo de Gente e Laviniense Ensino Integrado, de Manaus (AM) uma das escolas do Grupo Cognita.

Segundo a coordenadora de TE, o Google for Education apresenta inúmeros recursos, ferramentas e plataformas parceiras compatíveis com o Classroom, essenciais no ensino remoto: "O Classroom é uma plataforma que contempla aulas assíncronas, síncronas, recursos com atividades colaborativas, comunicação, gamificação, avaliações on-line e, principalmente, um ambiente seguro para os professores e alunos, facilitando a navegação e o acesso aos conteúdos”.

Com o distanciamento social, o colégio manteve as aulas com qualidade e intensificou os treinamentos com os educadores: "É muito importante destacar o selo de Escola Referência Google for Education nesse momento tão impactante, porque além da ajuda constante do trainer, que toda escola referência precisa ter, a escola também pode contar com os professores que possuem certificação Google. Assim, uma equipe de profissionais habilitados se uniu para alcançar o maior número de professores e atender da melhor forma possível as solicitações de ajuda daqueles que mais precisavam”, explica Janaína.

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ENSINO HÍBRIDO A TODO VAPOR
Nossos alunos já estão assistindo aulas pelo modo de ensino híbrido – uma parte da turma na escola, respeitando os protocolos de segurança, e outra parte assistindo ao vivo em casa.

Para essa nova etapa, o Maxi adquiriu dezenas de notebooks, câmeras, amplificadores, adaptadores para áudio em cada sala de aula, o que inclui microfones individuais para os professores, internet de fibra óptica e criação de perfis híbridos visando agilizar e facilitar o andamento e a troca de aulas

Os setores de Tecnologia na Educação e Tecnologia da Informação fizeram treinamentos on-line para o ensino híbrido capacitando toda equipe docente e deixando-os aptos a essa nova modalidade de ensino.

INNOVATION LAB E GAMIFICAÇÕES
O Setor de Tecnologia na educação, visando a qualidade das aulas, está desenvolvendo para 2021 uma oficina de aperfeiçoamento, como explica Janaína: "Teremos treinamentos interativos e colaborativos, intensificando o uso de plataformas de gamificação. Estamos pesquisando novas ferramentas e recursos para ajudar os professores no desenvolvimento de aulas mais dinâmicas. Está previsto treinamentos para certificação Google e a volta dos alunos tutores Google”.

Outra novidade é o espaço Innovation Lab, um forte aliado no ensino interativo: "Nesse espaço, professores e alunos são agentes transformadores da educação e não meros consumidores de tecnologia.

O espaço dará oportunidade aos alunos para criar projetos, exercitar a experimentação e prototipar, ou seja, errar, acertar e utilizar a criatividade para a resolução de problemas, assumindo assim o papel de protagonista no processo ensino-aprendizagem. É uma iniciativa robusta que vai além de um espaço maker. É uma sala de aula com configuração arrojada e totalmente preparada para que os alunos possam vivenciar, na prática, a dinâmica do hands-on”, conclui Janaína.

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Maxi enfrenta distanciamento social com tecnologia e afetividade

A pandemia revelou o que o Colégio Maxi sempre trouxe em sua cultura: afetividade e inovação

O que o mundo passou ao longo desse ano deixará lições para muitas gerações. A área da educação – nunca antes tão impactada – assistiu a uma evasão forçada dos alunos das salas de aula, ao menos presencialmente.

O Colégio Maxi, por sua vez, atento a todas as variáveis que envolvem a escola, orientou os educadores para se fazerem presentes na vida dos alunos, acolhendo as angústias e incentivando nos momentos difíceis, além de transmitir de maneira dinâmica e criativa os conteúdos. Foi um trabalho multidisciplinar que exigiu muito dos educadores, tanto o domínio de novas tecnologias para gravação de aulas e transmissões ao vivo quanto o cuidado com o emocional dos educandos.

Suely Saboia, coordenadora do Atendimento aos Pais e Responsáveis (APR), analisa o momento: "Tivemos que compreender as dificuldades e superá-las. Contamos com a parceria estabelecida com os pais, que também passaram momentos difíceis nessa empreitada do ensino remoto. Mas os feedbacks de todos os segmentos foram positivos e motivadores, compensando o esforço que tivemos para buscar sempre os melhores caminhos”.

Com duas unidades em Londrina – Av. Duque de Caxias e Av. Maringá – as escolas Maxi vivenciaram o mesmo processo, cada qual com suas particularidades. Segundo Jaqueline Pereira de Oliveira Ramos, coordenadora da Unidade Av. Maringá: "Mantivemos o contato com os alunos e os familiares, acompanhando o desempenho, as faltas e as dificuldades por meio do atendimento telefônico, aplicativo, e-mails, Google Meet, entre outros.

Com a adoção das aulas remotas, Jaqueline lembra que a grande mudança veio dos alunos: "Após meses de aulas on-line e sentindo a necessidade de contato, os alunos começaram a abrir as câmeras e a interagir com o professor. Isso foi ótimo pois sem o contato visual, nem o feedback dos alunos, a incerteza do trabalho foi aparecendo. A partir dessa interação a motivação foi muito maior. Com o tempo, as dificuldades foram superadas.

A Educação Infantil, mais do que preparar aula on-line, teve a responsabilidade de gerar materiais lúdicos e atraentes, conquistando a atenção das crianças. Segundo a coordenadora Daiana Ribeiro, o fato de o Colégio já utilizar a plataforma Google for Education foi um grande diferencial. "A escola deu respaldo efetivo no planejamento e na criação das aulas, disponibilizou para cada professor um chromebook para seu trabalho remoto e ofereceu treinamentos para o uso dos equipamentos”. Para a coordenadora, a questão foi encontrar o ponto de equilíbrio entre o tempo de tela, a didática e a interação do professor com os alunos: "Não é fácil prender a atenção dos pequenos numa realidade virtual, adotamos dinâmicas diferenciadas, adaptamos aulas gravadas, com aulas ao vivo, deixando assim as aulas mais dinâmicas. Paralelo às aulas tivemos várias ações para celebrar datas especiais e para entrega de materiais, sempre com o intuito de preservar a rotina e o vínculo da criança com a escola, cita a coordenadora.

As crianças do 1º ao 5º ano também vivenciaram intensamente esse período. Segundo a coordenadora do Ensino Fundamental 1, Rosangela Luiza da Silva, não foi uma tarefa fácil: "Tivemos que acolher essa nova maneira de ensinar e aprender, fortalecendo, ainda mais, as relações entre a escola e a família. Novos olhares surgiram e novas maneiras de afeto e de relacionamento. Nossos professores passaram por capacitações para a utilização das novas ferramentas.

Rosangela evidencia a cultura do cuidado e o olhar afetivo: "Aumentamos a escuta aos professores, direcionando cada situação e oferecemos um olhar singular para as famílias. A troca de conhecimentos também fez parte da nossa rotina, favorecendo os vínculos e aperfeiçoando as práticas pedagógicas”.

Com o distanciamento social avançando por meses, os professores do Maxi intensificaram as mensagens com os alunos e as famílias, por meio do Classroom, e-mails e telefone, primando pela continuidade da interação, como explica Christina Berti, coordenadora do Ensino Fundamental 2: "Foi fundamental preparar aulas com conteúdos atraentes e significativos e manter o sentimento de pertencimento, mesmo distantes fisicamente. O Maxi deu suporte e confiou na equipe, auxiliando-a na superação dos obstáculos e potencializando o uso das ferramentas da plataforma Google for Education. Os professores tiveram suporte técnico da equipe de Tecnologia na educação (TE), equipamentos e treinamentos para o preparo das aulas gravadas e ao vivo”.

Sobre o retorno dos pais, Christina comenta: "Tivemos relatos tanto de dificuldades – alunos cansados, distraídos e sentindo a falta dos amigos – quanto de superação e boa adaptação ao modelo de aulas remotas. Mas tudo é aprendizado, ou seja, estamos aprendendo sobre nós mesmos e sobre os outros diante de todo esse momento de pandemia. Fizemos atividades para melhorar o bem-estar e rodas de conversas com psicólogos”, conclui a coordenadora.

Os adolescentes e jovens do Ensino Médio e Pré-Vestibular tiveram um desafio a mais, especialmente os vestibulandos que passam pela ansiedade dos processos seletivos de 2020. A questão emocional e a distância dos amigos foram agravantes nesse formato de ensino.

Cássia Barcaro, coordenadora do Ensino Médio, reforça a base que o Maxi já possuía para as aulas remotas: "Já trabalhávamos com uma plataforma on-line, o que facilitou muito a vida dos professores. Mas o formato de aulas obrigatórias, com horários, trazendo as atividades do presencial para o remoto, foi uma mudança bem grande e um desafio maior ainda. Escutamos muito os professores e alunos para chegar a um equilíbrio em relação à duração das aulas e à exposição de tela, entre outras coisas”.

O momento inédito vivido em todo o mundo também trouxe lições, como destaca a coordenadora: "O quê mais me marcou foi a força, o ‘não desistir’, a resiliência e paciência dos professores. Eles demonstraram muita dedicação diante de tanta adversidade. Nossa escola vai além da formação pedagógica. Temos o cuidado de ouvir, de buscar o bem-estar de todos e de manter viva a parceria escola e família, tendo acima de tudo empatia”.
CV Folha
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