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Devanir Parra/Divulgação/CML
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Normas não são as mesmas

Audiência pública trata sobre diferenciação entre cemitério e crematório de animais

Reportagem local
21 out 2021 às 18:05
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A Câmara Municipal de Londrina vai realizar na noite da próxima segunda-feira (25), a partir das 19 horas, audiência pública para ouvir a sociedade sobre o projeto de lei (PL) nº 197/2019, que diferencia as normas de implantação de crematórios e cemitérios de animais de pequeno e médio portes em Londrina.  As mudanças pretendem diferenciar as operações de hoje tratadas de forma semelhante pela legislação.

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Conforme a vereadora Daniele Ziober, que também é presidente da Comissão de dos Direitos e Bem-Estar Animal, essa igualdade de condições inviabiliza a criação de crematórios de animais em Londrina, tanto públicos quando particulares. Ziober afirma que as regras para instalação de cemitérios são rígidas devido ao grau de contaminação do solo, o que não ocorre nos crematórios, segundo ela. 

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"Se a gente desvincular, já que o crematório não faz a poluição do solo e o cemitério faz, a gente já consegue com mais facilidade dar um destino correto para esses animais. Os animais que morrem hoje em Londrina para onde vão? Isso dificulta bastante porque as pessoas não sabem onde enterrar o seu bicho, porque não tem onde enterrar e não sabem onde levar para cremar, que seria o destino certo para o um corpinho de um animal", afirma a vereadora.


O projeto de lei também retira a possibilidade de implantação de incineradores de animais, passando a permitir somente crematórios. Durante a tramitação, os autores apresentaram a emenda nº 1, que retira do PL a previsão de crematórios e cemitérios na zona rural, já que, segundo os vereadores, o assunto deve ser tratado nas leis complementares do Plano Diretor, que ainda não foram protocoladas na Câmara pelo Executivo.


Em relação às demais alterações propostas pelo projeto de lei nº 197/2019, que também mexem em leis complementares ao Plano Diretor, o vereador Eduardo Tominaga (DEM), um dos autores do PL, afirma que o tema é urgente e que deve ser enfrentado pelos vereadores. 

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"É a oportunidade que a Câmara dá para que as partes interessadas se manifestem. É um problema que tem que ser resolvido urgentemente. Eu particularmente não concordo que tenhamos que esperar as discussões das leis complementares [ao Plano Diretor], que não foram apresentadas ainda", argumentou.


Continue lendo em Folha de Londrina. 


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