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Felipe Rocha dos Reis
Felipe Rocha dos Reis
03/04/2019 - 13:51
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Após muitos anos, desde 2006, quando foi lançada para concorrer com a antiga XR 250 Tornado, a Lander sempre teve o mesmo visual. Uma trail autêntica que trazia na época a injeção eletrônica - novidade nas motos até então. Após longos 13, a Yamaha finalmente mudou XTZ 250 Lander. Não foi um Facelift, mas uma nova moto.

Nós, do Blog Oficina Londrina testamos o mais esperado lançamento da Yamaha neste ano. A nova XTZ 250 Lander, agora conta com ABS e um visual muito bacana.

Assista o vídeo e confira!



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29/03/2019 - 12:48
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Neste sábado (30), acontece a primeira etapa do campeonato de Turismo Nacional, um dos mais tradicionais torneios do automobilismo brasileiro, que traz aqueles mesmos carros que vemos diariamente em nosso cotidiano. No grid, carros como Volksvagen Gol, Chevrolet Onix, Fiat Mobi, Peugeot 208, Ford Ka, e até Fiat Uno (mas sem a escada no teto, claro!).
Confira no vídeo o bate papo que tive com o especialista no assunto, Felipe Cezar, do blog Pista Fechada.



As corridas se iniciam a partir das 9h. Ao todo são 8 baterias, das categorias classe 1 e classe 2. A promessa é que teremos mais de 50 carros!!!

Aí está uma ótima oportunidade pra quem gosta de velocidade, curtir o final de semana com os filhos, amigos, numa corrida emocionante disputada curva após curva. É no autódromo Ayrton Senna, com estrada franca.

Reprodução Facebook - Turismo Nacional
Reprodução Facebook - Turismo Nacional - Cronograma da prova de Londrina
Cronograma da prova de Londrina
14/03/2019 - 12:08
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Você cuida da relação da sua moto? Não é incomum de ver por aí, uma moto parada, com o piloto sujando as mãos de graxa tentando colocar a corrente da moto no lugar. É gira a roda traseira, tenta encaixar, às vezes até encaixa mas na primeira curva, lá está a corrente pulando pra fora da coroa de novo.

Se isso aconteceu, há duas hipóteses para esta causa. Uma pode ser um desalinhamento da roda traseira, o que é menos comum, ou a falta de manutenção.

Eliminando a hipótese do desalinhamento, que é menos comum, entra a manutenção. Vamos ver então o que deve ser feito para evitar isso.

Relação folgada?

O primeiro ponto que deve ser visto é quanto à folga da corrente. Uma corrente não pode estar folgada demais, a ponto de sair facilmente da coroa.

A maneira de verificar esta folga é através do tato, sujando a mão mesmo, com a moto livre de carga. Esta folga existe porque a medida que a suspensão trabalha, a corrente fica mais ou menos esticada, conforme copia o terreno. Por isso, no manual do proprietário da motocicleta, sempre nas páginas relacionadas à manutenção, lá está a folga ideal para a sua moto.

Deixar muito esticada também, pode trazer problemas. Já vi casos em que o motociclista deixava a corrente como uma corda de violão. Isso aumenta consideravelmente o desgaste, deixa a moto ruim de pilotar, além do risco da corrente se romper e causar um acidente.

Lubrifique a corrente

Após verificar a folga, faça a lubrificação do sistema. Se a corrente estiver limpa, tudo fica mais simples. Basta utilizar um óleo 90, ou uma graxa náutica (ou graxa branca) e acelerar. Caso a corrente esteja suja, o ideal é fazer a limpeza.

Para limpar o sistema, o ideal é utilizar querosene. Deve se retirar todo o óleo ou a graxa velha para refazer a lubrificação. Se a moto foi lavada em lava-rápido, provavelmente a corrente foi limpa a base de produtos químicos, então, é importante que a corrente seja lubrificada logo, para evitar as oxidações.

Com a corrente limpa, o usuário pode escolher o que é melhor pra cada um. A graxa branca é uma opção barata é fácil de aplicar. Não suja tanto a roda e tem boa durabilidade. O lado negativo é que as sujeiras grudam nesta graxa, o que faz ela virar uma pasta abrasiva. Caso você rode muito por estradas não pavimentadas, está pode não ser a melhor opção.

O óleo é uma ótima opção, principalmente o de viscosidade 90. Este adere bem na corrente e faz um bom papel. Por outro lado, ele costuma sujar a moto e dura menos que a graxa. Deve-se tomar cuidado também com os excessos, pois óleo demais pode sujar o pneu traseiro, causando uma falta de aderência e até mesmo um acidente.

Existem também as graças em spray. São excelentes, fáceis de aplicar, não sujam a roda e duram muito, porém, o preço é salgado. Passam facilmente dos 50 reais.

Caso você opte por retirar a corrente para fazer a limpeza (em algumas motos isso é possível), será necessário fazer a regulagem da folga novamente.

O sistema está alinhado?

Arquivo pessoal - Oficina Londrina
Arquivo pessoal - Oficina Londrina


Bem, para a primeira hipótese, o que deve ser verificado é se a moto sofreu alguma queda ou impacto. Isso, somente um especialista poderá verificar, já que um pequeno desalinhamento no chassis ou balança poderá causar o problema.

A roda pode ter sofrido avarias também, por causa de uma pedra ou buraco na pista. Verificar o alinhamento e a concentricidade do cubo com a roda é importante.

Pode ser algo mais simples também, como a montagem errada da roda traseira, o que pode acontecer, caso o pneu tenha sido trocado ou algo assim. Neste caso, basta fazer o alinhamento observando as marcas da balança traseira, ou no caso de motos off-road, as numerações nas arruelas excêntricas.

E quanto dura uma relação?

Uma relação bem cuidada, passa facilmente dos 30 mil quilômetros. Mas é necessário ver alguns detalhes. Sentir se há uma ovalização da coroa, se a corrente está ficando folgada mesmo nas últimas regulagens, ou até mesmo se há algum dente quebrado no pinhão. Verifique também a espessura dos dentes da coroa, estes serão os sinais que mostrarão se está ou não na hora de trocar a relação.

Arquivo pessoal - Oficina Londrina
Arquivo pessoal - Oficina Londrina


Lembre-se, fazer a manutenção da sua moto é uma atitude de segurança, e pode evitar muitos acidentes. Existem economias que não valem a pena!

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28/02/2019 - 10:39
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Divulgação - Peugeot
Divulgação - Peugeot

Nesta terça feira, a Peugeot divulgou o futuro da já consagrada família 208, e as mudanças foram pra lá de relevantes. O modelo será apresentado no Salão de Genebra, na Suíça, que acontecerá entre o dia 7 e 17 de março.

Algumas informações já foram reveladas sobre o carro, como a motorização (três versões a gasolina e uma a diesel), e que terá uma versão elétrica, batizada de e-208. Nas versões a gasolina serão três opções de 75, de 100 e de 130 cavalos. Esta com câmbio automático de 8 velocidades.

A grande novidade mesmo está no novo motor elétrico, de 136 cavalos e 26,5 kgfm de torque. Este, foi desenvolvido para garantir 340 quilômetros de autonomia e um sistema de recarga rápida, em que em 30 minutos, as baterias sejam recarregadas em até 80%.

Agora, falando do visual, este realmente está surpreendente. O novo Peugeot 208 mostra linhas expressivas e total alinhamento com a identidade visual da marca. Na frente, os faróis e a sua possuem três feixes de luz, uma delas maior, trazendo a idéia dos dentes caninos de um leão. A grade é enorme, em forma de colméia e as peças possuem mais vincos, reforçando ainda a imagem do carro. Na parte traseira, um total alinhamento com seus irmãos maiores, o 3008 e o 5008. Nas laterais, mais vincos e os para-lamas parecem maiores, mais ressaltados.

Divulgação - Peugeot
Divulgação - Peugeot


Por dentro, o 208 mostrou muita tecnologia e requinte em seu acabamento. Além do painel de instrumentos digital, há uma central multimídia com tela flutuante com muita conectividade.

Divulgação - Peugeot
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O lançamento no Brasil está previsto para o ano de 2020. Espero que quando chegar por aqui, venha tão recheado quanto o modelo europeu.

Confira mais algumas imagens do novo Peugeot 208.
Divulgação - Peugeot
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Divulgação - Peugeot
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Divulgação - Peugeot
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Divulgação - Peugeot
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20/02/2019 - 15:14
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Oficina Londrina
Oficina Londrina


Se você é um leitor do blog, deve ter visto a algum tempo atrás uma matéria sobre a troca de óleo para o seu carro, com dicas,sobre quilometragem, especificações e alguns outros detalhes. Bem, hoje falaremos mais especificamente para as motocicletas. Quando trocar? Qual óleo usar? E o filtro? Esses e outros assuntos vamos abordar aqui.

Certamente você já ouviu alguém falar "eu troco o óleo da minha moto de mil em mil quilômetros". Eu mesmo já ouvi diversas vezes e confesso que fiz isso por muito tempo.

Mas é errado fazer isso? Bem, depende do ponto de vista. Para a moto é um excesso de cuidado, para o meio ambiente, é algo péssimo. Este óleo que foi trocado antes do tempo foi retirado da natureza e muitas vezes não recebem o destino correto no descarte.

Mas qual é o tempo certo para a troca do óleo? A resposta é a mesma para os carros: o que especifica o manual do proprietário.

Por exemplo, no manual da motocicleta mais vendida do Brasil, a Honda CG 160, mostra o seguinte cronograma: a primeira troca deve ser feita aos 1000km, a segunda aos 6000km, e as seguintes de 6 em 6 mil. Acontece que as pessoas se confundem quando fazem esta troca de 1000km, quando o motor ainda está amaciando e acham que este é o padrão.

Mas você deve estar perguntando: 6 mil quilômetros não é muita coisa? A resposta é sim, mas, a Honda no caso da CG, quando desenvolveu aquele motor, fez para um óleo específico. Diversos testes foram feitos por diversos engenheiros das mais diversas especialidades, até chegar no resultado ideal para a troca de óleo.

A lenda pode ter aparecido também por causa dos motores mais antigos. Por exemplo, a Honda CBX 150 Aero, lançada em 1988, tinha em seu manual a troca indicada a cada 1500 km. Porém, em 88, a tecnologia dos óleos estava muito distante do que temos atualmente. Os motores também eram menos eficientes e a preocupação com o meio ambiente era bem pequena. Os mecânicos, algumas vezes acostumados com isto, mantém o padrão mesmo para as motos mais novas.

Posso usar o mesmo óleo de um carro em uma moto?

Nunca, jamais! Nós óleos, há uma série de aditivos que estão lá para uma função específica para cada um deles. Os motores de motocicletas são diferentes, em geral, atingem um valor maior de rotações por minuto (RPM), possuem embreagem banhada pelo óleo e são preparados para maiores temperaturas. Ao utilizar o óleo de carro em uma moto, o primeiro sintoma deve aparecer na embreagem. Como o óleo dos carros possuem um aditivo de extrema pressão, a embreagem da moto deslisa e perde eficiência. Posteriormente, pode trazer problemas de refrigeração também.

E os aditivos?

Existem aditivos para motos também, alguns que prometem verdadeiros milagres para o motor. Mas como milagre é só num departamento divino, o uso de aditivos é desnecessário. Utilize o óleo indicado pelo fabricante e seja feliz.

Filtro: trocar sempre?

Já vi mecânicos indicarem a troca do filtro em todas as trocas de óleo. Se essas forem feitas a cada mil quilômetros, imagine quanto não sai a brincadeira?

E o papo é sempre o mesmo, que o filtro velho vai contaminar o óleo novo. Isso é dito geralmente pelos fabricantes de filtros. Bem, na verdade, o elemento filtrante possui uma capacidade até a saturação. O fabricante do motor também faz diversos testes para atingir o nível máximo de capacidade de filtração. Este também deve seguir o manual. Nas Yamahas 250, a troca de óleo é indicada a cada 5 mil, enquanto o filtro é a cada 10 mil quilômetros.

E motos antigas com óleos novos?

Neste caso, deve ser respeitado o menor valor. Por exemplo, se você tiver uma XLX 350 R, que pede trocas a cada 3 mil km, mesmo utilizando um lubrificante moderno, deve ser respeitado o que manda o manual. Mas lembre-se, verifique o nível do óleo sempre. No máximo semanalmente. Caso o nível esteja baixando demais, leve ao mecânico de sua confiança. A manutenção preventiva costuma ser bem mais barato do que a corretiva!

Tem mais alguma dica? Cite nos comentários!
Felipe Rocha dos Reis
 
Nascido em São Paulo, Felipe Rocha dos Reis sempre foi um entusiasta por carros e motos. Quando criança - ao contrário dos outros garotos que queriam ser jogador de futebol – Felipe sonhava em ser mecânico da Formula 1. Cursou Técnico em Mecânica pelo SENAI, Tecnologia Mecânica pela UTFPR e está na reta final de Engenharia Mecânica pela Faculdade Pitágoras - Londrina. Trabalha como projetista de máquinas industriais, mas não deixou de lado toda paixão e expertise pelos automotores de duas e quatro rodas.



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