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Festival de dança

Curitiba Cia de Dança faz apresentação em dose dupla em Londrina

Walkiria Vieira - Grupo Folha
10 out 2023 às 08:52
- Lucília Guimarães/Divulgação
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“A arte existe para que a realidade não nos destrua”. Atribuído ao filósofo, crítico cultural, poeta e compositor alemão, Friedrich Nietzsche, que viveu entre 1844 e 1900, o pensamento conduz a uma reflexão sobre o sentido da arte na vida dos homens. A dança, por sua vez, também media e provoca, por meio de gestos, movimentos e expressões.


Nessa perspectiva, o Festival de Dança de Londrina, que segue até o próximo domingo (15) promove esse exercício de matutar crenças, comportamentos e ideias sobre si e sobre o mundo. E essa é a proposta de “Memória de Brinquedo”, que leva a uma reflexão sobre a tecnologia no cotidiano e a importância de conservar a atividade do brincar, fundamental no universo das crianças.

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Em “Memória de Brinquedo”, o público irá prestigiar, por meio da dança contemporânea, histórias, lembranças e sensações criadas e construídas ao longo da infância, sendo os brinquedos elementos que integram a cena. Para os mais jovens, verdadeiras peças de museu. De um tempo em que brincar, incluía movimento, integração com o outro e com o meio. A apresentação conta com 24 bailarinos.

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Um exemplo é o pogobol, sucesso da década de 80. A bola com um disco de plástico reto permitia que a pessoa, de qualquer idade, subisse e pulasse. Colorido, leve e interativo, é um convite ao movimento e até a desafios. E assim ele surge no palco, de posse de um bailarino que se exibe divertidamente. Peteca, bola, pé de lata, telefone sem fio. Brincadeiras simples e que marcaram infâncias longínquas.


A infância de antigamente tinha boneca de plástico sem cabelo e criança correndo na rua, subindo em árvore. Havia brincadeiras e com o essencial para funcionarem: como os elásticos para pular e o barbante, ou cama de gato, verdadeiro desafio nas mãos e nó na cabeça do adversário. No palco, o público poderá ver ainda cachorro de borracha, robozinho customizado, carrinho sem controle remoto e referências a brincadeiras que têm significado para várias gerações e, de modo distinto, estão incorporadas à coreografia de Luiz Fernando Bongiovanni, atual diretor do Balé Teatro Guaíra.


LEIA MAIS NA FOLHA DE LONDRINA. 


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