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Erika Gonçalves
Erika Gonçalves
21/03/2018 - 11:25
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O convívio com animais é sempre recomendado, principalmente quando se trata de crianças e idosos. Estudos apontam que esta relação traz tranquilidade, bem-estar e ajuda a combater o isolamento, proporcionando sociabilização e prevenindo até mesmo doenças como o Mal de Alzheimer, no caso de idosos.

Idosos

A Cão Cidadão desenvolve um projeto juntamente com o Cora Residencial Sênior, uma instituição de longa permanência para idosos, e o resultado é muito gratificante. Com a visita ilustre de animais de estimação ao local, os velhinhos ficam mais felizes, ativos e acabam até mesmo se exercitando nos momentos em que tentam alcançar os cães para fazer carinho. Além disso, o relacionamento traz mais disposição e diminui as chances de depressão, melhorando a frequência cardíaca e a capacidade motora dos mais experientes.

A interação entre idosos e pets traz também benefícios fisiológicos, fortalecendo o sistema imunológico e melhorando o humor, pois libera endorfina, resultando em uma sensação de relaxamento, conforto e ânimo, ou seja, uma relação que propicia qualidade de vida a estas pessoas.

Crianças

Com os pequenos, as brincadeiras e carinhos com os pets criam vínculos importantes e podem até ajudar essas crianças em diversos aspectos, como o fortalecimento do sistema imunológico, estímulo para os menores se sociabilizarem (principalmente quando se trata de uma criança tímida e que possui dificuldades para interagir com outras pessoas), diminuição de ansiedade, entre outros benefícios.

O convívio com animais é um estimulo físico e mental, o que pode ajudar a criança a se tornar mais ativa e criativa e, principalmente, mais sensível e mais respeitosa.

Para que a relação seja tranquila devemos também considerar o perfil da criança e do cão. Se houver conflitos, o auxílio de um profissional (adestrador) pode ser fundamental para ensinar o peludo a lidar melhor com a situação e evitar uma relação traumatizada entre eles no futuro. Se ainda não tem um cãozinho, mas pensa em adotar ou comprar, procure observar e pesquisar antes o perfil deste animal.

Podemos dizer que o pet, além de ser um ótimo companheiro e amigo, é um excelente terapeuta e difusor de amor e felicidade, portanto, cabe a nós ajudar nestas relações ensinando as crianças a tratar de forma adequada os animais de estimação e a respeitá-los quando estes não quiserem interagir.
Para finalizar, busque sempre pets com perfis calmos e sociáveis. Se precisar de ajuda, conte com um profissional!

* Por Paula Miranda, adestradora e franqueada da Cão Cidadão
10/03/2018 - 16:20
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Interessados em adotar um novo amigo tem mais uma chance neste final de semana. O Projeto Sete Vidas realiza neste domingo (11) mais uma feira de adoção. Serão 138 animais (40 cães e 98 gatos), esperando por um tutor responsável. O evento acontece das 11 às 20 horas no Átrio do Boulevard Londrina Shopping, ao lado estacionamento descoberto. Os interessados em adotar devem ser maiores de 18 anos e apresentarem comprovante de residência e documento com foto.

Endereço: Avenida Theodoro Victorelli, 150 – Londrina/PR
Telefone: (43) 3375-4900 – SAC 11 – 4003-7850
06/03/2018 - 08:29
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É muito importante começarmos este artigo desmistificando a ideia de que grávidas não podem ter contato com gatos, pois estes transmitem doenças. Isso é um mito que muitas vezes vem dos médicos e que acaba resultando em diversos abandonos destes animais por famílias que descobrem que terão um bebê.

O principal argumento usado para que grávidas evitem qualquer contato com felinos é o fato de que eles podem transmitir toxoplasmose, o que traz consequências gravíssimas tanto para a mulher quanto para o feto.

Realmente, os gatos podem sim transmitir esta doença, porém, o que temos que explicar é que para que uma pessoa contraia a toxoplasmose de um gato é necessário que ela ingira as fezes dele, que devem estar em temperatura ideal e exposta por no mínimo dois dias para que o ovo fique esporulado, ou seja, é somente neste estágio que a pessoa contrai a doença.

O simples contato com o gato, com seus pelos ou até mesmo com suas fezes são insuficientes para que qualquer pessoa contraia a doença. É indispensável dizer também que a via mais frequente de transmissão para os humanos e através da ingestão de carnes cruas e verduras mal lavadas.
Vale lembrar também de que você é responsável pela saúde do seu animal. Mantendo-o sempre vacinado e devidamente vermifugado, dificilmente o pet será um hospedeiro e muito menos um transmissor de toxoplasmose.

Mães, bichanos e bebês


Após o devido esclarecimento sobre esta polêmica tão antiga, vamos falar da importância do relacionamento saudável entre mamães e seus bichanos, adaptando o pet para a chegada do novo membro da família e fazendo com que ele se acostume com as mudanças que estão por vir.

Uma dica é usar produtos com cheiro do bebê, como sabonetes e loções, nos momentos em que for interagir com o felino, sempre recompensando ele com petiscos para que ele faça associações positivas com estes odores.

Outra dica e colocar sons de choro de criança em volume baixo, para que o animalzinho já se acostume com esse novo estímulo e evite que isso se torne um estresse posteriormente.

O uso de um difusor de feromônio facial felino também pode contribuir para o equilíbrio emocional do pet, deixando-o mais à vontade e relaxado em um ambiente cheio de transformações.

É essencial solicitar a ajuda de um profissional especializado (adestrador) para facilitar a realização desta adaptação, pois ele oferecerá o treinamento correto para que as mudanças sejam aceitas mais facilmente pelos peludos.

O conselho agora é relaxar e curtir a gestação junto dos animais de estimações, sem neuroses ou preconceitos.

Por Paula Miranda, adestradora e franqueada da Cão Cidadão
16/02/2018 - 08:39
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O verão chegou. Com ele, as temperaturas altas. Nesse momento é muito importante tomar certos cuidados para que a saúde dos nossos amiguinhos não seja colocada em risco.

Todo pet deve estar sempre muito bem hidratado. É preciso observar se eles estão bebendo bastante água, além de podermos proporcionar a eles algumas formas divertidas de se hidratar.

Cada cão tem sua peculiaridade e gosta mais de algo em especial do que outro. Mas uma forma bem divertida de procurar hidratar seu peludo é fazendo um sorvete de ração ou de frutas. Existem alguns brinquedos próprios para isso ou você também pode usar as formas de gelo.

Outra coisa muito importante é evitar passeios em horários quentes, o ideal é que estes sejam feitos nas primeiras horas do dia ou no finalzinho da tarde para a noite. Alguns amiguinhos que são claros talvez necessitem de protetor solar no focinho ou na orelha. Um veterinário deve ser consultado para indicar o melhor produto.

Nesta época é mais comum a presença de parasitas, então, nada de atrasar o remédio de matar pulgas e carrapatos, além dos vermífugos e vacinação em dia.

Cães com focinho curto podem sofrer muito no verão. Isso porque a troca de ar para regular a temperatura do corpo acaba sendo prejudicada pela sua anatomia, então, para estes cães, os passeios precisam ser em horários onde a temperatura esteja bem mais amena.

Também existem alguns produtos como tapete gelado que aliviam o calor dos pets.

Para aqueles que querem que o cão se refresque na piscina, deve-se ter certeza de que ele consegue sair sozinho. Se preciso, ofereça uma rampa ou escada para que ele aprenda a sair com facilidade. O ideal é sempre supervisionar essa brincadeira.

O verão é uma época muito boa para passeios e brincadeiras no parque, porém requer um pouco mais de atenção para que não prejudique a saúde dos nossos amiguinhos de quatro patas.

Por Paula Miranda, adestradora e franqueada da Cão Cidadão
24/12/2017 - 11:08
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As festas de fim de ano chegaram e nessa época aumenta em 30% o número de animais nos hospitais veterinários. Uma das principais causas do problema é a ingestão de alimentos destinados ao consumo humano. Confira o que o médico veterinário Marcello Machado explica sobre os cuidados com os pets nessa época do ano.

Gatos comem doce?

Cientistas afirmam que, em geral, os gatos não se interessam por doces. Na verdade, a preferência do gato é o sabor da proteína animal. "Os gatos, apesar de terem sido domesticados, continuam sendo carnívoros restritos e não consumem doces porque, na verdade, não têm capacidade de sentir esse sabor", afirma Machado.

De acordo, com a revista Scientific American a causa é um gene. Os felinos, inclusive leões e tigres, não têm uma parte do DNA que existe no gene Tas1r2, o qual é responsável por gerar proteínas que formam os receptores de doces (localizados na língua dos gatos). Por isso, os felinos não percebem o sabor doce como humanos e outros mamíferos.

"Os tutores sabem que o olfato e tato de seus gatos são mais apurados, mas talvez não saibam que o paladar dos felinos seja mais restrito. Saber disso, ajuda até no manejo alimentar: o tutor deve oferecer alimentos elaborados com fontes de proteínas de origem e evitar oferecer doces, pois podem causar obesidade e diabetes", explica o médico veterinários dos Snacks DogLicious e CatLicious.

E os cães?

Se o consumo desregrado de açúcar pode causar malefícios ao ser humano, o mesmo ocorre com os cães, como explica Machado: "O açúcar pode trazer inúmeros problemas, principalmente obesidade e a rejeição futura de alimentos adequados para a saúde do animal". Segundo o veterinário, os tutores não devem oferecer doces em barras, sejam caseiros ou industrializados, e, principalmente, chocolates! "O chocolate é tóxico para cães e também para os gatos. A substância chamada teobromina, presente no cacau, pode causar intoxicações, vômitos e diarreia", afirma.

Não se engane, os cães possuem menos papilas gustativas do que ser humano. Então, seu animal de estimação, não sente com tanta intensidade os sabores. "O homem tem 9 mil papilas gustativas, enquanto os cães têm, aproximadamente, 1706 apenas", finaliza o veterinário.

E o que eles podem comer?

A médica-veterinária Camila Coelho e Silva, sócia-proprietária da Clínica e Hospital 24h Cão.Com, afirma que no período das festas de final de ano cresce a procura com casos de problemas gastrointestinais. "Eles são causados principalmente pela ingestão de alimentos gordurosos, como as carnes, que causam inflamação e fermentação", explica. Os sintomas mais comuns são vômito, diarréia e apatia.

A mudança na alimentação também podem desencadear problemas de pele e piorar o quadro naqueles animais que já têm alergias, alerta Camila, que é especialista em Dermatologia.

O ideal é não oferecer para seu pet nenhum alimento da ceia. "Se ele for acostumado a comer outros alimentos além da ração, pode dar, mas apenas os que estão na lista dos recomendados e em pequenas quantidades", alerta a médica veterinária. De forma geral, deve-se evitar os muito gordurosos, com excesso de açúcar, temperos e sal.


Proibidos

- Carnes gordurosas, muito temperadas ou salgadas.

- Uva passa, uva e carambola. Causam insuficiência renal em cães.

- Chocolate, que são altamente tóxicos para os animais por conter teobromina, substância presente no cacau.

- Doces em geral, como brigadeiros, panetones, bolos, tortas, sobremesas, sorvetes.

- Frutas com caroço, como pêssego, pois podem provocar engasgamento.

- Frutas secas e processadas, como nozes, castanhas, amêndoas, banana-passa, entre outras.

- Massas em geral, como macarrão e pães.

- Feijão, milho e lentilha, pois provocam o aumento na produção de gases e má digestão.


Liberados


- Carnes, mais magras, com pouco sal e tempero. A porção deve ser pequena, bem menor que a consumida pelo homem, proporcional ao tamanho do animal.

- Frutas, exceto as com caroço e as cítricas. Mamão, banana, maçã, morango, melancia.
Erika Gonçalves
 
Formada em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina em 1997. Apaixonada por bichos desde sempre, mas sem vocação para ser médica veterinária. Já teve um "zoológico" em casa quando criança. Está sempre buscando novidades sobre o comportamento animal. É repórter da Folha de Londrina.



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