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Victor Lopes
Victor Lopes
25/03/2019 - 09:52
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Uma das publishers que mais lançou jogos nos últimos anos, a Ubisoft sem dúvida viveu o céu e o inferno com a crítica. Lançou games que estavam com uma hype absurda e acabaram no ostracismo. Mas quando errou, soube escutar os jogadores e evoluir suas franquias que tiveram sequência.

Foi assim com Watchdogs 2 e, agora, com The Division 2. O primeiro jogo da série foi apenas ok, e nesta sequência recebida por nós aqui do blog Jogando com Vitão e Folha de Londrina, houve um crescimento nítido em diversos aspectos. Nesta semana, publicamos aqui no blog 4 motivos para jogar The Division 2 e, ainda, 3 motivos que atrapalham o game.



Na quinta-feira (28), publicaremos um material sobre a Ubisoft na Folha de Londrina. Não deixe de conferir!

4 motivos para jogar The Division 2


1 – Sai Nova Iorque, e entra a bela Washington DC.

O mundo é pós-apocalíptico e você já sabe disso se jogou The Division. A crítica em cima do primeiro game era que Nova Iorque era muito cinzenta, cheia de neve, o que fazia com que os locais ficassem muito similares. Não havia muitos detalhes nas vielas da cidade e o prometido "mundo aberto" não era tão aberto assim.

Em Washington, a capital do EUA, a destruição continua grande. A pegada é de perigo ao andar pela cidade, como era em Nova Iorque. Só que agora, com o céu aberto, a beleza dos gráficos de The Division 2 apareceram. É gostoso caminhar pela cidade e enfrentar os inimigos até chegar a cada missão. As cores estão mais vibrantes, o que nos atrai mais visualmente, sendo possível ver o capricho da Ubi em cada detalhe com o local. Agora sim, temos um mundo aberto bacana.

2 - Imersão, xingamentos e dublagem

Jogo novamente está em português, só que agora a interação com os inimigos é maior. Os xingamentos são pesados, a tensão é enorme, o que nos deixa ainda mais atentos em cada missão. A dublagem é bem feita, sem falhas grotescas, o que mostra o cuidado da Ubi com o Brasil.




3 – Evolução do personagem é intuitiva

Upar level. Se existe uma coisa que pode ser tornar chata nos jogos é isso. Mas em The Division 2, isso acontece de forma natural. Apertar options para mudar as opções de armamentos e fazer as combinações para deixar seu personagem mais forte não são um sacrifício ou uma irritação. Tudo acontece de forma muito natural e intuitiva. São muitas opções, mas nada que seja enfadonho.

4 – Tensão nas missões

Salvar reféns, acabar com facções, entrar em locais perigosos. Os cenários de The Division 2 são incríveis e confesso que até senti uma batedeira no coração ao encarar algumas missões. É preciso estar atendo a cada detalhe para não ser surpreendido pelos inimigos.

Agora, 3 motivos para ficar com o pé atrás com o game


1 – Repetição de gameplay

O formato dos jogos de tiro com cobertura são bem interessantes e geram diversão. O problema quem em missões grandes se tornam muito repetitivos. Fica aquela impressão – apesar dos cenários enormes – que você está fazendo a mesma coisa, sempre.

2 – História que não prende o jogador

Não adianta, vivemos no mundo das narrativas e precisamos delas nos games. O que chama a atenção nas primeiras horas de gameplay de The Division 2 é que o seu personagem não fala. Isso é estranho. A história também é batida – aquela coisa de salvar o mundo metendo bala em todos os inimigos. Não tem nuances, o enredo é pobre. Mas fica aqui um elogio ao vídeo de apresentação do game. Fantástico!



3 – Bugsoft?

Durante a gameplay do blog, passamos por dois problemas. O primeiro, que me irritou bastante, é que no meio da missão o servidor da Ubisoft acabou caindo e o jogo voltou para o menu inicial. Tive que retomar tudo do zero e isso foi bem chato. O segundo ponto e que por diversas vezes, durante os combates, me deparei com inimigos "voando". Bem bizarro.
12/03/2019 - 08:54
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Vamos falar a verdade: muita gente tem dificuldade de acordar cedo. Mas imagine que um dos grandes jogos da atual geração quase não aconteceu porque o criador tinha dificuldades para chegar na hora do trabalho.

Yoko Taro – criador da série Nier – trabalhou com a Platinum Games para que NieR:Automata chegasse ao mercado e fizesse o sucesso que fez. Mas Taro revelou que o game quase não saiu porque tinha dificuldades de horário.

Em entrevista ao USGamer, ele disse que não gosta de levantar cedo e isso causou problemas sérios durante o desenvolvimento. As informações são do site Eurogamer. "A Platinum Games começa a trabalhar às 9:30 da manhã e enquanto freelancer, não posso acordar tão cedo," disse Taro.
"Devido a isto, passamos um mês onde discutíamos constantemente sobre isso e NieR: Automata chegou a estar perto de ser cancelado porque começavam a trabalhar demasiado cedo para mim. Isto não é uma piada," disse Taro.]

Aliás, o jogo está num preço excelente na Amazon. Basta clicar na imagem abaixo!

08/03/2019 - 09:49
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Nesta semana, o CEO da Capcom USA, Kiichiro Urata, gravou um vídeo curto, com os simples dizeres. "A Capcom está de volta".



Não é exagero.

A empresa simplesmente chegou arrebentando nos últimos anos com lançamentos de peso como Monster Hunter World, Mega Man 11, Resident Evil 2 Remake (Uma obra prima!) e agora, nesta semana, Devil May Cry 5. O jogo recém-lançado - como aconteceu com todos os demais - está recebendo excelentes avaliações da mídia especializada.

Aqui no Blog Jogando com Vitão, nós também recebemos uma key antecipada e abaixo você vê nossa análise completa do game! Aproveita e segue a gente lá no Insta!

06/03/2019 - 12:37
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Os videogames mudaram, e os jogadores também. Nos dias de hoje, a frustração de um 'game over' pode fazer com uma pessoa deixe de continuar um game, ou mesmo ache que o título não preste. Bem, isso faz que as publishers precisem trabalhar com o que podemos chamar da 'psicologia do game over'.



Olha só que interessante a frase do diretor de Devil May Cry 5 (que será lançado na sexta, 8) sobre como trabalha com o tema. A entrevista foi dada recentemente a um documentário muito bacana sobre o dia a dia da Capcom, que você pode conferir no link abaixo.

"Se o jogador perder, quando ele é atacado ou morto, não é bom que ele jogue o controle no chão. Isso significa que o jogo não foi feito adequadamente. O jogador não vai pensar que a culpa é dele, mas do jogo, que não é bom. (Mas) nós temos que fazer com que ele se sinta o responsável (por ser derrotado), é nisso que insistimos".

04/03/2019 - 09:40
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Salve pessoal que nos acompanha aqui no blog, tudo bem? Antes de tudo, peço para vocês seguirem o novo Insta do blog. Só clicar!

Hoje apresento para vocês os principais lançamentos de março no mundo dos games. Aproveito para colocar os links da Amazon porque os preços de lá estão bons para alguns títulos de lançamento, além das edições especiais. Em Londrina, você pode reservar qualquer um desses títulos também na Koopa Troopa Games.

Então, sem enrolação, vamos lá!

1 - Devil May Cry 5 (PS4, Xbox One, PC) - 8 Março - R$ 249,90




2 - The Division 2 (PS4, Xbox One, PC) - 15 Março - R$ 211,89



3 - Sekiro: Shadows Die Twice (PS4, Xbox One, PC) - 22 Março ´- R$ 249,90




Outros jogos que merecem atenção:

Dead or Alive 6 (PS4, Xbox One, PC) - 1 Março
Left Alive (PS4, PC) - 5 Março
Kirby's Extra Epic Yarn (3DS) - 8 Março
One Piece: World Seeker (PS4, Xbox One, PC) - 15 Março
Final Fantasy 7 (Switch, Xbox One) - 26 Março
Yoshi's Crafted World (Switch) - 29 Março
Victor Lopes
 
Olá pessoal, meu nome é Victor Lopes e neste espaço vamos tratar sobre todas as novidades do mundo dos videogames, uma paixão que me acompanha desde os tempos de infância. Não importa o console ou game, vamos elogiar e criticar sem papas na língua! Bora jogar? Me acompanhe no canal youtube.com/lopesvitao



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