26/09/20
°/°
PUBLICIDADE
Victor Lopes
Victor Lopes
27/03/2019 - 13:30
Imprimir Comunicar erro mais opções
Se você acompanha o blog com frequência, sabe que valorizamos demais os consoles das antigas. Hoje, todo mundo sabe que há algumas formas de jogar os games retrô e uma que atrai demais o pessoal são os consoles mini. Mas se você prefere não colocar uma grana preta nesse tipo de produto - que tem preços bem salgados - uma alternativa excelente são os fliperamas portáteis.

Quem trabalha com esse tipo de produto coloca milhares de jogos nas máquinas, dos consoles mais variados, o que se torna perfeito para matar a nostalgia sem gastar tanto. O blog recomenda dois lugares para adquirir esse tipo de arcade: a Oficina Arcade Games, do nosso amigo Luiz Carlos Cunha de Oliveira, e também na Koopa Tropa Games, que também possui algumas unidades.

Entre em contato com o Luiz, fale que você viu a matéria aqui no Jogando com Vitão, que ele faz um preço especial para você! O telefone dele é (43) 99922-9922. Confira um pouco do trabalho dele!

25/03/2019 - 09:52
Imprimir Comunicar erro mais opções
Uma das publishers que mais lançou jogos nos últimos anos, a Ubisoft sem dúvida viveu o céu e o inferno com a crítica. Lançou games que estavam com uma hype absurda e acabaram no ostracismo. Mas quando errou, soube escutar os jogadores e evoluir suas franquias que tiveram sequência.

Foi assim com Watchdogs 2 e, agora, com The Division 2. O primeiro jogo da série foi apenas ok, e nesta sequência recebida por nós aqui do blog Jogando com Vitão e Folha de Londrina, houve um crescimento nítido em diversos aspectos. Nesta semana, publicamos aqui no blog 4 motivos para jogar The Division 2 e, ainda, 3 motivos que atrapalham o game.



Na quinta-feira (28), publicaremos um material sobre a Ubisoft na Folha de Londrina. Não deixe de conferir!

4 motivos para jogar The Division 2


1 – Sai Nova Iorque, e entra a bela Washington DC.

O mundo é pós-apocalíptico e você já sabe disso se jogou The Division. A crítica em cima do primeiro game era que Nova Iorque era muito cinzenta, cheia de neve, o que fazia com que os locais ficassem muito similares. Não havia muitos detalhes nas vielas da cidade e o prometido "mundo aberto" não era tão aberto assim.

Em Washington, a capital do EUA, a destruição continua grande. A pegada é de perigo ao andar pela cidade, como era em Nova Iorque. Só que agora, com o céu aberto, a beleza dos gráficos de The Division 2 apareceram. É gostoso caminhar pela cidade e enfrentar os inimigos até chegar a cada missão. As cores estão mais vibrantes, o que nos atrai mais visualmente, sendo possível ver o capricho da Ubi em cada detalhe com o local. Agora sim, temos um mundo aberto bacana.

2 - Imersão, xingamentos e dublagem

Jogo novamente está em português, só que agora a interação com os inimigos é maior. Os xingamentos são pesados, a tensão é enorme, o que nos deixa ainda mais atentos em cada missão. A dublagem é bem feita, sem falhas grotescas, o que mostra o cuidado da Ubi com o Brasil.




3 – Evolução do personagem é intuitiva

Upar level. Se existe uma coisa que pode ser tornar chata nos jogos é isso. Mas em The Division 2, isso acontece de forma natural. Apertar options para mudar as opções de armamentos e fazer as combinações para deixar seu personagem mais forte não são um sacrifício ou uma irritação. Tudo acontece de forma muito natural e intuitiva. São muitas opções, mas nada que seja enfadonho.

4 – Tensão nas missões

Salvar reféns, acabar com facções, entrar em locais perigosos. Os cenários de The Division 2 são incríveis e confesso que até senti uma batedeira no coração ao encarar algumas missões. É preciso estar atendo a cada detalhe para não ser surpreendido pelos inimigos.

Agora, 3 motivos para ficar com o pé atrás com o game


1 – Repetição de gameplay

O formato dos jogos de tiro com cobertura são bem interessantes e geram diversão. O problema quem em missões grandes se tornam muito repetitivos. Fica aquela impressão – apesar dos cenários enormes – que você está fazendo a mesma coisa, sempre.

2 – História que não prende o jogador

Não adianta, vivemos no mundo das narrativas e precisamos delas nos games. O que chama a atenção nas primeiras horas de gameplay de The Division 2 é que o seu personagem não fala. Isso é estranho. A história também é batida – aquela coisa de salvar o mundo metendo bala em todos os inimigos. Não tem nuances, o enredo é pobre. Mas fica aqui um elogio ao vídeo de apresentação do game. Fantástico!



3 – Bugsoft?

Durante a gameplay do blog, passamos por dois problemas. O primeiro, que me irritou bastante, é que no meio da missão o servidor da Ubisoft acabou caindo e o jogo voltou para o menu inicial. Tive que retomar tudo do zero e isso foi bem chato. O segundo ponto e que por diversas vezes, durante os combates, me deparei com inimigos "voando". Bem bizarro.
12/03/2019 - 08:54
Imprimir Comunicar erro mais opções
Vamos falar a verdade: muita gente tem dificuldade de acordar cedo. Mas imagine que um dos grandes jogos da atual geração quase não aconteceu porque o criador tinha dificuldades para chegar na hora do trabalho.

Yoko Taro – criador da série Nier – trabalhou com a Platinum Games para que NieR:Automata chegasse ao mercado e fizesse o sucesso que fez. Mas Taro revelou que o game quase não saiu porque tinha dificuldades de horário.

Em entrevista ao USGamer, ele disse que não gosta de levantar cedo e isso causou problemas sérios durante o desenvolvimento. As informações são do site Eurogamer. "A Platinum Games começa a trabalhar às 9:30 da manhã e enquanto freelancer, não posso acordar tão cedo," disse Taro.
"Devido a isto, passamos um mês onde discutíamos constantemente sobre isso e NieR: Automata chegou a estar perto de ser cancelado porque começavam a trabalhar demasiado cedo para mim. Isto não é uma piada," disse Taro.]

Aliás, o jogo está num preço excelente na Amazon. Basta clicar na imagem abaixo!

08/03/2019 - 09:49
Imprimir Comunicar erro mais opções
Nesta semana, o CEO da Capcom USA, Kiichiro Urata, gravou um vídeo curto, com os simples dizeres. "A Capcom está de volta".



Não é exagero.

A empresa simplesmente chegou arrebentando nos últimos anos com lançamentos de peso como Monster Hunter World, Mega Man 11, Resident Evil 2 Remake (Uma obra prima!) e agora, nesta semana, Devil May Cry 5. O jogo recém-lançado - como aconteceu com todos os demais - está recebendo excelentes avaliações da mídia especializada.

Aqui no Blog Jogando com Vitão, nós também recebemos uma key antecipada e abaixo você vê nossa análise completa do game! Aproveita e segue a gente lá no Insta!

06/03/2019 - 12:37
Imprimir Comunicar erro mais opções
Os videogames mudaram, e os jogadores também. Nos dias de hoje, a frustração de um 'game over' pode fazer com uma pessoa deixe de continuar um game, ou mesmo ache que o título não preste. Bem, isso faz que as publishers precisem trabalhar com o que podemos chamar da 'psicologia do game over'.



Olha só que interessante a frase do diretor de Devil May Cry 5 (que será lançado na sexta, 8) sobre como trabalha com o tema. A entrevista foi dada recentemente a um documentário muito bacana sobre o dia a dia da Capcom, que você pode conferir no link abaixo.

"Se o jogador perder, quando ele é atacado ou morto, não é bom que ele jogue o controle no chão. Isso significa que o jogo não foi feito adequadamente. O jogador não vai pensar que a culpa é dele, mas do jogo, que não é bom. (Mas) nós temos que fazer com que ele se sinta o responsável (por ser derrotado), é nisso que insistimos".

Victor Lopes
 
Olá pessoal, meu nome é Victor Lopes e neste espaço vamos tratar sobre todas as novidades do mundo dos videogames, uma paixão que me acompanha desde os tempos de infância. Não importa o console ou game, vamos elogiar e criticar sem papas na língua! Bora jogar? Me acompanhe no canal youtube.com/lopesvitao



ARQUIVO
Mês
Ano
AVISO: Opiniões e informações contidas nos blogs hospedados nesta plataforma são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem os valores do Portal Bonde.
PUBLICIDADE
 
JORNAIS
Folha de Londrina
TELEVISÃO
MultiTV Cidades
OUTRAS EMPRESAS
Grafipress
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Bonde - Todos os direitos reservados